Adélio será submetido a perícia psiquiátrica e pode sair da prisão

Querem queimar arquivo? Querem libertar ex-filiado do PSOL autor do atentado esquerdista contra Bolsonaro. Preso o terrorista está protegido. Fora, viraria um arquivo vivo e um alvo ambulante.

 

Adélio Bispo, ex-filiado ao Partido ‘Socialismo e Liberdade’ (PSOL), autor do atentado terrorista contra o então candidato à presidência da República Jair Bolsonaro, durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG), no dia 6 de setembro de 2018, foi submetido a uma perícia psiquiátrica, que pode preparar terreno para sua saída da prisão.

A perícia, coordenada pela 5ª Vara Federal de Campo Grande, nesta segunda-feira, dia 25 de julho, no presídio federal de Segurança Máxima da Capital de Mato Grosso do Sul, pretendeu determinar qual o atual estágio do transtorno mental de Adélio. O laudo pericial deve ser divulgado em até 30 dias.

Em 2019, Adélio foi diagnosticado com ‘transtorno delirante permanente paranoide, o que fez com a Justiça o classificasse como inimputável. Em junho daquele ano, a Justiça converteu a prisão preventiva em internação por tempo indeterminado.

Lobos andam em alcateias

Adélio Bispo foi preso assim que esfaqueou Bolsonaro e não tardou para que um primeiro inquérito da Polícia Federal, estranhamente, concluísse que Adélio teria agido sozinho. Mesmo que tenham sido encontrados com ele celulares e dinheiro em quantidades incompatíveis com um desempregado.

O esquerdista ainda tinha um álibi pronto, caso tivesse conseguido escapar da cena do crime: o registro de acesso à Câmara dos Deputados que atestaria que ele estava naquele dia, em Brasília, a mais de 950 quilômetros de Juiz de Fora, no dia do atentado terrorista. A suspeita de envolvimento de um parlamentar de Esquerda foi e continua sendo abafada.

Imediatamente após a prisão, uma equipe de advogados vinda de Brasília, desembarcou de um jatinho particular na cidade mineira. Os nomes dos patrocinadores da defesa de Adélio Bispo vêm sendo mantidos em sigilo desde então, assim como a  perícia no celular do terrorista vêm sendo impedida pelo STF.