Barroso insinua que patriotismo no 7 de Setembro ‘mostrará o tamanho do fascismo no Brasil’

Barroso, em Sessão da Primeira Turma do STF em 2018. (Foto: O Globo)

Luís Roberto Barroso afirmou que a celebração dos Bicentenário da Independência do Brasil em 7 de Setembro pode mostrar “o tamanho do fascismo no Brasil”, caso seja palco de “ataques” às instituições. Barroso diz que STF temeu que Direita usasse de violência – típica mesmo de grupos comunistas como Antifas e Black Blocks – no 7 de setembro de 2021. ‘Profecia’ esquerdopata não se cumpriu, mas temor de que o 7 de Setembro se torne uma “Queda da Bastilha” – só que protagonizado pela Direita – continua.

 

Em mais uma manifestação fora dos autos de processos analisados pelo que deveria ser uma Corte Constitucional, o integrante do STF, Luiz Roberto Barroso declarou durante palestra no 17º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, em São Paulo, nesta sexta-feira, dia 5 de agosto:

“ – O 7 de Setembro se forem os apoiadores de um dos candidatos [manifestando apoio] faz parte da democracia. E devemos olhar isso com todo o respeito. Agora, se for o episódio para fechamento do Supremo ou do Congresso, aí vamos saber mesmo o tamanho do fascismo e do sentimento antidemocrático no Brasil”,

Barroso foi questionado por militantes esquerdistas com a velha falácia sobre “episódios de violência” – que nunca foram registrados em mobilizações de conservadores, da Direita – como aconteceu nos EUA, quando o Capitólio foi invadido por supostos apoiadores Donald Trump, candidato que perdeu as eleições – ainda hoje, sob fortes indícios e evidências da maior fraude eleitoral da história – nas eleições de 2020.

Instituições sem Povo, não são ‘democracia’, são tiranias comunistas

O ex-advogado do terrorista comunista Césare Battisti, Luiz Roberto Barroso, afirmou ser necessário separar apoio aos candidatos — que chamou de “liberdade democrática” — de “ataques às instituições”.

“ – Uma coisa é a liberdade de apoiar qualquer candidato, a outra coisa é querer destruir as instituições. Apoiar um candidato é liberdade democrática. Agora, destruir as instituições é fascismo, um sentimento antidemocrático. E isso precisa ser reprimido”.

Julgando os outros pela própria régua e seguindo à risca a máxima leninista que ensina “Acuse-os do que você faz, chame-os do que você é!”, o togado confessou que ele e seus pares – indicados por um ex-presidiário, por uma ex-guerrilheira comunista e por um presidente tampão tucanalha – temeram que as manifestações patrióticas, cívicas, civilizadas e pacíficas da Direita no dia 7 de Setembro de 2021, adotassem o modus operandi do terrorismo de Extrema-Esquerda de grupos comunistas como Antifas e Black Blocks, de vandalismo do patrimônio público:

“ – Se temia invasão do Supremo e do Congresso”, confessou Barroso.

Só para variar, a falsa narrativa, a “profecia” esquerdopata, não se cumpriu.