Bolsonaro apresentará provas de fraudes nas eleições para embaixadores mesmo sem Fachin e Fux

Fachin alegou que não comparecerá por dever de “imparcialidade” pelo fato do Presidente ser um dos pré-candidatos. Fux, que estará fora do País. Mas a realidade é muito mais constrangedora: Presidente anunciou que apresentará aos embaixadores de mais de 50 países as obtidas pelo Exército Brasileiro de que eleições de 2014 e 2018 foram fraudadas e que Bolsonaro venceu as eleições ainda no primeiro turno.

O ministro Edson Fachin anunciou que não participará da reunião de conteúdo bombástico que o Presidente da República, Jair Bolsonaro, anunciou que fará com mais de 50 embaixadores nesta segunda, dia 18 de julho.

Fachin: “Dever de imparcialidade”

Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) já havia declinado do convite feito pelo presidente, alegando que estará em viagem no Exterior.

Fux: Saída foi o aeroporto

De fato: a melhor saída para muitos comunistas e globalistas do Deep State brasileiro deve mesmo passar a ser o aeroporto internacional mais próximo, principalmente pós a divulgação do teor das revelações que  o Presidente da República  fará durante reunião com  embaixadores de mais de 50 países, marcada para esta segunda-feira, dia 18.

“Eu fui eleito no 1⁰ turno. E tenho como provar”

Bolsonaro promete apresentar provas obtidas pelo Exército Brasileiro de que as urnas eletrônicas foram fraudadas nas eleições de 2014 e 2018 e de que ele venceu às eleições ainda no primeiro turno.

Reunião diplomática é prerrogativa privativa da Presidência da República

No dia 31 de maio, o então presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Edson Fachin, violou prerrogativa constitucional privativa do Presidente da República, como mandatário legitimamente eleito por – ao menos, 58 milhões de votos – de determinar as diretrizes diplomáticas do Brasil.  A usurpação foi cometida ao realizar uma reunião com aproximadamente 70 embaixadores na sede do TSE.

Sob o pretexto de apresentar aos diplomatas estrangeiros “o calendário das eleições, estatísticas e o processo de votação de brasileiros no exterior, bem como o sistema eletrônico de votação” (de primeira geração que só tem similar em dois países de terceiro mundo ainda mais atrasados que o Brasil: Butão e Bangladesh) Fachin ousou pedir aos embaixadores que “reconheçam imediatamente o resultado das eleições de outubro, assim que ele for anunciado pelo TSE”.

Bolsonaro: “Fachin cometeu um crime! Estuprou à democracia”

A notícia da reunião é principalmente a ousadia de Fachin revoltou o Presidente da República, que não mediu palavras ao comentar o ocorrido, como publicado anteriormente aqui:

“Fachin estuprou a Democracia! O que ele fez foi um crime!”

Na semana passada, o presidente anunciou a realização da reunião com mais de 50 embaixadores para a próxima segunda-feira, dia 18 de julho, em que o presidente anunciou: “Apresentarei provas obtidas pelo Exército Brasileiro, de que as eleições de 2014 foram fraudadas”.

Na mesma fala a apoiadores no Palácio da Alvorada, o  presidente ainda garantiu:

“Eu ganhei às eleições no primeiro turno em 2018. E não falo da boca pra fora. Eu tenho como provar!”

Bolsonaro: “Provas de fraudes foram obtidas pelo Exército Brasileiro”

Diante das declarações bombásticas, não é difícil entender porque os convites feitos pelo presidente da República, para que Fachin e Fux participassem da audiência, não foram aceitos.

A pouco mais de dois meses das eleições de outubro, a temperatura se elevou em Brasília, depois da negativa de Fachin em aceitar as sugestões de aprimoramento das Forças Armadas para mais segurança e transparência nas eleições.

Em audiência pública no  Senado Federal na semana passada, o ministro da Defesa e ex-comandante das Forças Armadas, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira declarou que – diante da negativa do TSE em acatar as sugestões para o aperfeiçoamento da segurança do sistema de votação, as Forças Armadas terão o próprio programa de fiscalização de todas as etapas do processo eleitoral, que por meio de uma equipe de especialistas em Guerra Cibernética, irão monitorar todo o processo, da lacração das urnas à apuração dos votos.

Ministro da Defesa na Comissão de Relações Exteriores (Reprodução YouTube)

Independentemente da anuência, do TSE, ou não.

Conclusão: o plano vermelho comunoglobalista de garantir, como diz o jornalista e comentarista político Guilherme Fiuza,  que as “urnas tenham vontade própria” nas próximas eleições, estuprando a vontade da esmagadora maioria da população brasileira, parece que encontrou uma enorme pedra no meio do caminho. Uma pedra verde e amarela.