Bolsonaro desmente ‘Fake News de Griffe’ do UOL

‘Fake News de Griffe’, ou as mentiras que a Imprensa conta

 

Nesta quarta-feira (8), o presidente Jair Bolsonaro desmentiu publicação do portal UOL que afirmou, falsamente: “Em pleno dia da Liberdade de Imprensa, Bolsonaro sugere fechar mídia brasileira.”

O presidente demonstrou que na publicação, o UOL mentiu ao transformar uma crítica à falta de credibilidade do Jornalismo da Velha Mídia, em ameaça de fechamento de órgãos de Imprensa.

Vale lembrar que quem defende a censura da Imprensa – usando o eufemismo “Regulação da Imprensa” – é o líder descondenado da organização criminosa petralha, que a Imprensa de Extrema-Esquerda incensa.

 

No contexto da Fake News tuitado pelo UOL, o presidente ironizava o crescente ativismo político de Esquerda e Abuso de Autoridade de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e Tribunal Superior Eleitoral (TSE) — que é comandado por integrantes do STF — que ameaçam “prender e punir” quem ousar duvidar ou criticar do processo eleitoral e das urnas eletrônicas.

“– Mentira! Foi justamente o contrário. Defendi que se fosse para prender e punir alguém por algo tão subjetivo como “Fake News” — o que eu sou contra e todos sabem  –, “teria que começar pela própria imprensa, que frequentemente publica mentiras e informações distorcidas, como essa”, escreveu o presidente, no Twitter.

 

“Fake News de Griffe”

O termo criado pelo jornalista e comentarista político Guilherme Fiuza, define com perfeição as mentiras que a Velha Imprensa conta em sua escancarada militância político-partidária esquerdista e  “antibolsonarista”. Seja por Ideologia, seja por mero
interesse financeiro. O humorista Juca Chaves sacramentou certa vez o que poderia se descrever como uma triste característica mercenária e antiética no meio jornalístico.

É  público e notório e facilmente constatável em uma consulta aos portais de transparência do governo federal que, durante os três primeiros anos do governo Bolsonaro, os bilhões de verbas públicas para os órgãos de Imprensa deixaram de jorrar dos cofres públicos, como acontecia de forma corriqueira durante os desgovernos da organização criminosa petralha. Mas o ódio a Bolsonaro é muito mais uterino do que o fim de décadas das mamatas, que está levando vários órgãos da Velha Imprensa à beira da falência.

 

Marxismo Cultural

As redações de jornais foram tomadas de assalto nas últimas três décadas por militantes de Esquerda (cumprindo a estratégia traçada pelo ideólogo comunista italiano Antônio Gramsci, que definia como prioridade da Esquerda mundial dominar a Cultura e os meios de Comunicação, para levar adiante o projeto de implementação do socialismo e comunismo, o chamado “marxismo cultural”).

 

“Os jornais são aparelhos ideológicos cuja função é transformar uma verdade de classe num senso comum, assimilado pelas demais classes como verdade coletiva – isto é, exerce o papel cultural de propagador de ideologia. Ela embute uma ética, mas a ética não é inocente. Ela é uma ética de classe.”  (Antonio Gramsci)

“Não tomem quartéis, tomem escolas, igrejas, universidades e instituições.” (Antônio Gramsci)

 

As faculdades, principalmente com a ascensão de governos sociais-democratas (Fernando Henrique Cardoso) e socialistas (Lula e Dilma) passaram a não formar mais jornalistas, mas militantes de Esquerda, pois há décadas, ideólogos socialistas — que já eram maioria nos corpos docentes das escolas e universidades — esperavam somente o fim do Regime Militar para escancarar a doutrinação nas escolas e universidades.

O relativismo moral niilista e existencialista já havia neutralizado os freios éticos que a moral judaico-cristã sempre impôs. E  o fanatismo ideológico, gerado pela lavagem cerebral para a militância, completaria o serviço sujo e iniciaria uma nova era das trevas no Jornalismo, de formação de verdadeiras milícias panfletárias marxistas que hoje dominam a quase totalidade das redações da Imprensa brasileira. O processo foi o mesmo em todo o mundo. Hoje, o Jornalismo, tanto  brasileiro quanto internacional, não tem mais compromisso com a verdade, com os fatos, mas com ideologias de Esquerda e com os próprios interesses financeiros. Não são mais jornalistas. Aprendem desde o primeiro dia de aula que tem que ser “agentes de transformação social”. Leia-se, militantes de Esquerda.

A verdadeira polarização é a separação do joio e do trigo

A chamada “polarização” que a Imprensa se dedica a estigmatizar, foi fomentada por ela mesma, ao reagir em pânico, desesperada e agressivamente ao ressurgimento do Conservadorismo no cenário político internacional, cujos principais eventos foram a vitória de Donald Trump nos EUA, em 2016, e de Jair Bolsonaro, no Brasil, em 2018.

Na verdade, “polarização” é algo semelhante à separação do “joio e do trigo”. Do lado da verdadeira Direita, a defesa de valores que são colunas da civilização ocidental: a moral judaico-cristã, a filosofia e a cultura clássicas, o patriotismo, família, liberalismo econômico e liberdade de opinião, de exercício da fé e de Imprensa.

Hitler, Stalin, Mao Tsé-Tung. Espiritualmente, irmãos siameses genocidas

 

Na Extrema-Esquerda, que idolatra genocidas como Stalin e Mao Tsé-Tung, Fidel Castro e Che Guevara, ícones do Socialismo-Comunismo, ideologias que são irmãs siamesas do Nacional-Socialismo de Adolf Hitler. Que colocaram em um altar o Humanismo ateísta, que transforma o Estado, o Grande Irmão, em “deus”. Ditaduras que implementaram o modelo de “democracia comunista” da antiga União Soviética,  da atual China, da Coreia do Norte, de Cuba ou da Venezuela, com seus partidos únicos ou democracias de fachada.

 

Enquanto não atinge esse objetivo, a Esquerda se dedica a atacar e destruir à civilização ocidental, defendendo sua agenda demoníaca: Liberação do Aborto, Liberação das Drogas, Ideologia de Gênero, Feminismo e a pseudo-luta contra o Racismo, quem tem se caracterizado pela implementação da discriminação e do preconceito com pólos invertidos.

Nunca foi tão fácil – e urgente – escolher um lado.