Bolsonaro: ‘Eleições serão respeitadas desde que sejam limpas e transparentes’

Nesta segunda-feira, dia 22 de agosto, Bolsonaro não foi entrevistado. Enfrentou um ataque virulento de opositores, em um tribunal de Inquisição, covarde e vil. Nada com que já não esteja acostumado.

E ao ser questionado se respeitará o resultado das urnas eletrônicas – padrão ‘BBB’ (Brasil, Bangladesh e Butão) de 1ª geração, defendidas pelos comunistas do País (Por que será?) com unhas e dentes, como se fossem sacrossantas e a própria democracia, nesta ‘República Democrática do Congo’ – Bolsonaro fez a única promessa que aqueles que realmente apoiam, esperavam dele:

” – Vou respeitar o resultado das urnas ‘desde que as eleições sejam limpas e transparentes’.

Para os esquerdopatas deste país que contam com urnas eletrônicas sob suspeição para que o líder de uma organização criminosa tome o poder na mão grande de 9 dedos, apenas com base em pe$qui$a$ sem credibilidade nenhuma e sem povo nas ruas, não houve nem um suspiro de alívio. E nem pode haver.

Não para os cúmplices de um líder de organização criminosa, notoriamente corrupto, condenado em três instâncias e ‘descondenado’ por um tribunal marxista aparelhado.

Para a Velha Imprensa Vermelha e mercenária, a única esperança de que bilhões de reais voltem a jorrar em seus cofres, é de que “urnas com vontade própria” deem a vitória para um ladrão que não pode sair às ruas sem estar cercado por capangas, porque acabará invariavelmente sendo achincalhado pelo povo, aonde quer que vá no País, como em um episódio recente em um aeroporto do País, como no registro no final deste artigo.

Por fim, observei um detalhe: Aquele foi o único momento do “interrogatório comunazifascista” em que o presidente – ao invés dos inquisidores – chamou a próxima pergunta.

Para bom entendedor.