Bolsonaro enfrentará pelotão de comunistas declarados ou ‘envergonhados’

Debate deve ser um festival de falsas narrativas esquerdistas dos candidatos e de ‘fake news de griffe’ produzidas da Velha Imprensa Vermelha brasileira

 

O Presidente da República, Jair Bolsonaro, candidato à reeleição pelo PL, participará neste domingo, dia 28 de agosto, do primeiro debate da campanha presidencial, realizado pela Band, às 21h, no horário de Brasília.

Uma análise realista do  contexto eleitoral é de que, apenas dois candidatos estão realmente disputando à presidência da República. O debate terá também apenas dois lados:  Bolsonaro, o único representante da Direita Patriotica é, do lado contrário, Lula da Silva, de Extrema-Esquerda, ex-presidiário ‘descondenado’ da organização criminosa travestida de partido político (PT).

Todos os demais participantes são notórios marxistas, ou são marxistas dissimulados, o que podemos chamar de “Esquerda Envergonhada”. Gente que esconde a militância comunista sob rótulos há décadas: “sociais-democratas”, “centro-esquerda” ou “progressistas” (“progresso em direção ao abismo”, como diria o economista austríaco Ludwig Von Mises).

Estes candidatos figurantes serão durante o debate – como se diz no meio humorístico – “escada” para Lula: Estarão lá fundamentalmente para atacar Bolsonaro.

O pedetista Ciro Gomes
é do mesmo espectro de Extrema-Esquerda de Lula. Ainda que tente posar de moderado, é famoso por sua virulência, agressividade e  declarações extremistas do tipo:

“- O papel da esposa do candidato na campanha é dormir com o candidato”; “receberei a Lava-Jato à bala” ou ainda que seria um dos que daria a Bolsonaro “o mesmo fim que Mussolini” (ditador italiano que foi executado e teve o corpo pendurado de ponta cabeça pelos algozes).

No debate, Ciro pode servir tanto aos próprios interesses, quanto aos de Lula, mas como não consegue alcançar dois dígitos nas pe$qui$a$ em que esquerdistas botam tanta fé, a segunda hipótese, a de servir de escada para o ex-presidiário, é o comportamento mais provável.

Simone Tebet, é do MDB, partido caracterizado pelo fisiologismo e envolvimento com esquemas de corrupção, principalmente durante o período em que foi comparsa dos petralhas, durante 16 anos no Poder. A máscara de “centro democrático de Tebet não se sustenta. A logo da campanha à presidência de Tebet traz o “punho cerrado”, símbolo do marxismo e de seus puxadinhos, como o feminismo. É uma “comunista caviar envergonhada.” Não é à toa que a senadora ganhou entre jornalistas independentes, o apelido de “PTebet”. Porque antes mesmo de iniciar a campanha, já anunciou que não só votará, como  participará efetivamente da campanha de Lula, em um eventual segundo turno.

O MDB está rachado em três grupos: o que apoia Bolsonaro, buscando capitalizar politicamente a gigantesca popularidade do Presidente; a parcela que representa o histórico fisiologismo do partido e sonha com o retorno do petralha ao poder; e o segmento do partido que apoia a inexpressiva Tebet, que ainda que conte com o apoio de caciques do partido, empata com a margem de erro das pe$qui$a$, ainda que estes levantamentos não gozem de nenhuma credibilidade.

Já Soraia ‘Iscariotes’ Thronicke, do PSL, é um dos inúmeros exemplos de desconhecidos que surfaram a “onda Bolsonaro” – seria mais apropriado dizer  “tsunami” – e se elegeram única e tão somente por se aproximarem dele. O slogan de Thronicke na campanha de 2018 era: “A senadora de Bolsonaro”. Tudo o que ela nunca foi. Posando de conservadora de Direita, esta “surfista” se elegeu na “aba” de Bolsonaro, a quem renegou já na noite em que foi eleita, logo na primeira entrevista, ao afirmar ter sido eleita “por méritos próprios.” O mandato da senadora,  desde então, tem se caracterizado pela mesma dissimulação e oposição velada. Com “amigos” como Thronicke, ninguém precisa de inimigos.

E para concluir, Felipe D’Ávila, do Novo, partido que oficialmente se apresenta como “Liberal, de Direita”. Talvez seja o tipo de “liberal” que  comunistas envergonhados dos EUA dizem ser, sem nunca terem sido, que se apropriaram da denominação “liberal” (originalmente relativa à economia). No Brasil, o Novo, se dizendo “de Direita”, apoia pautas típicas de Esquerda, como a flexibilização das drogas ou o aborto. E ainda votou contra o pacote de socorro emergencial de iniciativa do Governo Federal. O partido adotou a cor laranja em sua identidade visual. Emblemático, já que, como sacramentou a youtuber Bárbara Destephani, do canal “Te Atualizei”, parafraseando o nome de uma série de TV famosa:

” – Orange is the New Red!”