Bolsonaro para Carlson: “Se voltar, Esquerda não deixará mais o poder”

Jair Bolsonaro e Tucker Carlson (Reproducao-Twitter)

Em entrevista ao apresentador norte-americano Tucker Carlson, da Fox News, Bolsonaro (PL) declarou: “Se a esquerda voltar, nunca mais deixará o poder”

Com informações Contra Fatos

 

Durante a gravação de entrevista no Palácio do Alvorada, na quarta-feira, dia 29 de junho, para o apresentador do programa de jornalismo de maior audiência nos Estados Unidos, o “Tucker Carlson Tonight”, da Fox News, o presidente Jair Bolsonaro
declarou:

“– Se a Esquerda voltar, nunca mais deixará o poder e este país [Brasil] seguirá o mesmo caminho da Venezuela, Argentina, Chile e Colômbia. O Brasil será mais um vagão deste trem”.

A entrevista faz parte de uma série em que o jornalista americano cobra uma reação, do governo Joe Biden, ao avanço do “colonialismo chinês” sobre a América Latina e em especial, ao crescimento da influência da ditadura comunista chinesa sobre o Brasil. Durante a entrevista, Carlson chamou o Brasil [sob o governo Bolsonaro] de “último país pró-EUA na América Latina” e o considerou o único que ainda resiste aos esforços colonialistas chineses.

América Latina: Mergulhando no Abismo Vermelho

Com exceção da Venezuela de Nicolás Maduro – que está no poder desde 2013, após a morte de Hugo Chávez – primeiro narcoditador da “dinastia” bolivariana socialista ligada ao Foro de São Paulo e que chegou ao poder em 1999 – todos os demais governantes de países citados por Bolsonaro são governados por socialistas eleitos de 2019 para cá: Alberto Fernández, eleito na Argentina em dezembro de 2019; Gabriel Boric – a versão andina de Gustavo Boulos – desde março deste ano no Chile; e o ex-guerrilheiro comunista Gustavo Petro, na Colômbia, eleito em junho.

“– Toda a América do Sul será pintada de vermelho, se você me entende, e os EUA se tornarão um país isolado”, alertou Bolsonaro.”

A partir daqui comento a notícia acima publicada pelo  aguerrido portal de notícias “Contra Fatos” (que compartilhei acima, com alguns acréscimos).

Começo parafraseando o economista austríaco Ludwig Von-Mises, sobre a armadilha do chamado “progressismo”, um dos muitos disfarces que o socialismo-comunismo genocida – responsável pelas mortes de mais de 100 milhões de mortes em 1 século – usa para esconder seus crimes e rastros de sangue:

“Progresso, em direção ao abismo, não é progresso. É suicídio!”

O ditador venezuelano já morto, Hugo Chávez.

Quando Hugo Chávez ganhou as eleições presidenciais na Venezuela, em 1999, conseguiu impor, com a cumplicidade da maioria no Congresso venezuelano, uma nova Constituição Socialista.

Eclodia ali o “ovo da serpente” pelas “vias democráticas”, que transformaria Chávez em um ditador que só sairia do poder com a morte por câncer, em março de 2013.

A Venezuela já foi o 4º maior PIB per capita do planeta na década de 1950 e é dona das maiores reservas de petróleo do mundo. Mas após mergulhar no abismo socialista, em pouco mais de 20 anos, passou a viver uma realidade de terra arrasada por corrupção, desemprego e desabastecimento; escassez, miséria e fome.

Hoje, 94,5% da população vive abaixo da linha da pobreza, segundo pesquisa realizada pela Universidade Católica Andrés Bello, de Caracas.

Apesar disso, o  sucessor de Chávez, Nicolás Maduro, assumiu o comando do país interinamente em 2013, foi eleito no mesmo ano – olha a armadilha da “via democrática” aí – e desde então, governa a Venezuela com mão de ferro.

Nada “estranhamente”, Maduro se “reelegeu” em 2018, mesmo depois de ter arruinado à Venezuela, tendo como principais “cabos eleitorais”, as famigeradas urnas Smartmatic que – surpresa zero – são venezuelanas.

Hoje, por mais escandalosos que sejam os indícios de fraudes no país, o povo venezuelano, desarmado, não consegue tirar a narcoditadura de Maduro do poder (Que nós possamos aprender com os erros alheios).

Ainda mais com o governo contando com milhões de milicianos paramilitares socialistas, armados pelo governo Maduro, que espalham o terror pelo país e tornam remota a possibilidade de derrubada da ditadura socialista (Qualquer semelhança, com o esforço dos demais governos de Esquerda da América Latina em desarmar a população civil de bem, não é mera coincidência!)

Em 2018, o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, negou-se a reconhecer a reeleição de Nicolás Maduro, e autoproclamou-se presidente em janeiro de 2019.

Apesar de ter sido reconhecido por mais de 150 países como “legítimo presidente” da Venezuela, Guaidó jamais conseguiu abalar a narcoditadura de Maduro ao ponto de assumir o comando do país.

Assim, seguindo o modelo venezuelano, a estratégia de chegar ao poder por “vias democráticas” e depois virar à mesa com a imposição de uma Constituição Socialista para perpetuarem-se no poder, tornou-se o modus operandi de todos os governantes da Esquerda na América Latina, desde então.

Afinal de contas, como confessou Luiz Barroso: “Eleição não se vence, se toma!”

Ou como diz o “José Dirceu, o “Daniel”: “Tomar o poder, é diferente de ganhar a eleição”.