Bolsonaro será entrevistado pelo JN nesta segunda

Bolsonaro durante entrevista ao JN em 2018 (Reprodução | TV Globo)

Na noite desta segunda-feira, dia 22 de agosto, o Presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), será o primeiro  entrevistado do Jornal Nacional da TV Globo na série com os candidatos à Presidência da República em 2022.

Em 2018, o então deputado federal e candidato à Presidência da República deu um verdadeiro baile em William Bonner e Renata Vasconcellos, âncoras do telejornal da principal inimiga e caluniadora do presidente da República. Em 2018, a dupla se esforçou para encurralar o então candidato, mas acabou desancada por respostas acachapantes.

Renata Vasconcellos tentou constranger o então candidato com uma pergunta de viés feminista, o suposto apoio do então deputado federal – que ela não soube precisar se ouviu ou assistiu – ao direito de empresários de pagarem salários diferentes para homens e mulheres que exercem a mesma função.

A apresentadora acabou tendo a hipocrisia exposta, quando Bolsonaro disse que a CLT proíbe essa distinção, mas defendeu a meritocracia e afirmou que ela certamente recebia menos que Willian Bonner para exercer a mesma função.

Em outro momento memorável, a dupla acabou sendo massacrada ao tentar tachar Bolsonaro como autoritário. A Esquerda brasileira sempre usa de desonestidade intelectual ao tentar criar uma falsa equivalência entre às ditaduras comunistas e o Regime Militar no Brasil, que durante 21 anos – com alternância de generais na Presidência – livrou o Brasil do Comunismo.

Na entrevista de 2018, Bolsonaro desmontou a falsa narrativa esquerdopata demonstrando que não existiu “golpe militar” em 1964.

O presidente constantemente desmonta essa e outras narrativas esquerdistas, pelo simples resgate histórico (Leia mais no final desta postagem).

A cereja do bolo foi a leitura, por Bolsonaro, de um editorial publicado em 1964 pelo jornal O Globo, de autoria do ex-presidente das Organizações Globo, Roberto Marinho, em apoio declarado ao Regime Militar que se iniciava em 1964. O fato histórico sofre  um revisionismo  vergonhoso por parte da emissora que hoje o renega.

A entrevista de hoje – ao desacreditado e decadente telejornal – promete ser tão ou mais polêmica do que a de 2018.

Diálogos Cabulosos e a tentativa frustrada de instaurar uma Ditadura Comunista no Brasil

Entre 1961 e 1964, o Brasil caminhava a passos largos para ver se instaurar aqui, uma Ditadura Comunista nos moldes de Cuba. Em plena Guerra Fria entre Estados Unidos e União Soviética, o presidente Jânio Quadros condecorou o guerrilheiro comunista argentino, Che Guevara. Tempos depois, quando Jânio renunciou sob a pressão da sociedade que o acusava de planejar um golpe para instaurar uma ditadura comunista no País, o vice, João Goulart, fazia uma visita à ditadura comunista chinesa.

Depois da renúncia de Jânio Quadros, João Goulart seguiu pelo mesmo caminho, intensificando atos preparatórios para a instauração de uma ditadura socialista.

Decretou a desapropriação de terras às margens de rodovias, ferrovias e barragens; a estatização de cinco refinarias de petróleo e o anúncio de amplas mudanças sociais por meio das chamadas reformas de base, fundamentadas na retórica marxista de “justiça social”.

Em uma guinada radical socialista, João Goulart determinou mudanças de caráter administrativo, financeiro e tributário como a implementação do “Imposto Sobre Grandes Fortunas” e a reforma agrária e urbana. Além de insuflar militares a se amotinarem contra os comandantes das Forças Armadas.

Várias das medidas de Goulart foram barradas pelo Congresso, aumentando as ações criminosas no campo, como as invasões de propriedades rurais pelas “ligas camponesas”, grupos terroristas de Extrema-Esquerda, equivalentes hoje ao MST. Grupos paramilitares de guerrilha revolucionária comunista já começavam a se formar com o apoio de Cuba, da então União Soviética e da ditadura comunista chinesa.

O caos rural e urbano começou a ser instaurado no país, gerando uma gigantesca comoção popular que teve seu ápice nas Marchas da Família com Deus pela Liberdade, realizadas entre 19 de março e 8 de junho de 1964. Milhões de brasileiros, políticos, empresários, Igreja e Mídia – que então não havia sido dominada por comunistas como hoje –  participaram das manifestações exigindo a destituição do comunista João Goulart.

O Contragolpe do Congresso

Em 2 de abril de 1964, João Goulart, temendo ser preso, viajou para o Rio Grande do Sul, com o intuito de exilar-se no Uruguai. Acabou tendo o cargo considerado vago pelo Congresso Nacional, sendo sucedido pelo presidente da Câmara, Ranieri Mazzilli.

Somente em 15 de abril de 1964, que o primeiro presidente militar, o general Castelo Branco foi eleito pelos parlamentares como novo presidente do Brasil.