Bolsonaro vai a Juiz de Fora pela 1ª vez desde atentado comunista

Bolsonaro em Juiz de Fora (Reprodução Redes Sociais)

Lobo Solitário’ esquerdista tinha álibi na Câmara dos Deputados

 

Nesta sexta-feira, dia 15 de julho, o presidente de República, Jair Bolsonaro (PL) voltou a
Juiz de Fora (MG) pela primeira vez desde o atentado terrorista, a facada desferida pelo “ex”-psolista Adélio Bispo, no dia 6 de setembro de 2018.

Questionado sobre a ameaça constante de novas tentativas de assassinato por radicais de Extrema-Esquerda, Bolsonaro declarou:

“Eu estou sempre no meio do povo, existe essa possibilidade, mas é o risco que eu tenho que correr. Afinal de contas, acho que o político tem que estar no meio do povo, não interessam os momentos. Até o momento o que nós conseguimos levantar são ameaças pela internet de envenenamento, de facada, de tiro etc”.

No dia 6 de setembro de 2018, policiais federais que faziam a segurança do então candidato à presidência conseguiram conduzi-lo em poucos  minutos até a Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora. A agilidade foi essencial para garantir o sucesso da intervenção cirúrgica que se seguiu.

Em visita ao hospital onde foi operado no dia do atentado terrorista, Bolsonaro se emocion‎ou ao falar do atendimento recebido no hospital e agradeceu aos médicos que o operaram logo após o ataque à faca cometido por Adélio Bispo.

O presidente voltou a reconhecer: “Só sobrevivi ao atentado pela mão de Deus e as mãos de vocês (médicos) que trabalharam naquele dia”.

Lobo Solitário tinha um álibi na Câmara dos Deputados

O comunista Adélio Bispo foi filiado durante sete anos – entre 2007 e 2014 – do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) – legenda de Extrema-Esquerda que defende atrocidades ⁵ como Ideologia de Gênero, a liberação das drogas e do aborto,  entre outras abominações.

No dia 6 de setembro de 2018, no momento em que o terrorista esfaqueava Bolsonaro na frente de uma multidão, oficialmente, ele não estava ali.

Segundo os registros de acesso da Câmara dos Deputados, o terrorista comunista Adélio Bispo estava visitando o gabinete de um parlamentar da Casa, em Brasília, a 985 km de Juiz de Fora.

 

Até hoje as investigações não revelaram o gabinete de qual parlamentar notificou falsamente a passagem do terrorista comunista pela Câmara dos Deputados, para lhe garantir um álibi, caso Adélio tivesse conseguido escapar da cena do crime.

É fundamental identificar o deputado que tentou acobertar Adélio – se for parlamentar ainda – para que, neste caso seja cassado e preso e entregue seus cúmplice -, por ter sido autor intelectual, financiador ou cúmplice do atentado terrorista comunista. E que entregue seus cúmplices.

Por isso que, até hoje, alguns dos maiores criminosos do “Sistema”, da “Máquina”, do “Deep State”, entram em pânico toda vez que alguém pergunta:

“Quem mandou matar Bolsonaro?”