Chile decide hoje se sela seu destino com nova constituição comunista

A destruição do Chile – Constituição comunista pretende instalar o caos no país que já foi o mais desenvolvido da América do Sul. As propostas absurdas vão desde fatiar o governo do país entre dez grupos indígenas, extinguir o Senado, legalizar aborto e impor a ‘igualdade’ de gênero à forceps, até a redução para 30 anos, da idade mínima para que alguém possa assumir a presidência do país. Nesta geração “Nem-Nem”, a maioria dos “jovens” sequer saiu da casa dos pais aos 30 anos. 

Santiago incendiada por esquerdistas em 2019. Se aprovada, nova Constituição deixará rastro de destruição maior que os protestos daquele ano Foto Viomundo


Neste domingo, dia 4 de setembro, mais de 15 milhões de chilenos votam em um plebiscito para aprovar ou não uma nova Constituição. Trata-se da primeira convocação desde 2012 em que o voto vai ser obrigatório, com multa para quem não comparecer.

Depois de protestos violentos contra a “desigualdade” em que grupos que apoiam o atual presidente chileno, Gabriel Boric, incendiaram estações de metrô, patrimônio público e também privado no país. Há dois anos, quase 80% dos eleitores decidiram que o país precisava de uma nova Constituição.

Dividir para conquistar

A nova proposta de Constituição foi elaborada majoritariamente por parlamentares comunistas. Caso seja aprovado, novo documento vai tornar o Chile um país ‘plurinacional’, dividindo a autonomia administrativa do país entre dez povos indígenas, em que cada “nação” terá seu sistema jurídico próprio. O projeto propõe a legalização do aborto, a imposição de que 50% ou mais dos cargos nos órgãos do Estado sejam ocupados por mulheres; a instauração de um Estado populista-assistencialista em que “o governo deve prover bens e serviços para assegurar os direitos dos cidadãos” e a redução da idade para uma pessoa assumir a Presidência para 30 anos e extinguir o Senado.

O radicalismo comunista da proposta tem assustado à população chilena que tem recuado em seu apoio inicial à proposta de um novo texto e os cidadãos estão mais propensos a reprovar a nova Constituição. Pesquisas da imprensa local afirmam que 55% da população rejeita a nova proposta de constituição. Em caso de rejeição do novo texto, será mantida a atual Carta Magna, que vigora no país desde a ditadura de Pinochet (1973-1990), mas já sofreu inúmeras alterações desde que foi restaurado um regime democrático no país.