Colombianos já pedem renúncia de esquerdista Gustavo Petro apenas 2 meses após a posse

Liberação do aborto, aumento de impostos para ricos, liberação das drogas e ameaças à propriedade privada promovidas por “sem terra” geraram gigantescas  manifestações pelo país e iniciam pressão por renúncia de esquerdista

 

Milhares de colombianos pedem renúncia do esquerdista Gustavo Petro apenas 2 meses após a posse. Políticas como o aumento de impostos sobre os ricos, a defesa de desencarceramento em massa de criminosos jovens e  invasões de propriedades privadas promovidas por indígenas e ativistas sem terra já geram manifestações pela renúncia de esquerdista

Milhares de colombianos tomaram as ruas das principais cidades colombianas nesta segunda-feira, dia 26 de setembro, em protestos nacionais contra o governo de Gustavo Petro, ex-integrante da narcoguerrilha comunista M-19.

A primeira marcha nacional em protesto contra o primeiro presidente de Esquerda da história da Colômbia, ocorre apenas dois meses após a posse do novo governo. Petro venceu às eleições presidenciais com pouco mais da metade dos votos dos colombianos, iludidos com o tradicional discurso demagógico socialista.

Assim que tomou posse, Petro formou uma coalizão legislativa majoritária, com o apoio de vários partidos tradicionais. Logo na largada, anunciou o aumento de impostos para ricos; nomeou outro narcoguerrilheiro como chefe do Serviço Secreto do país; e propostas de liberação do aborto, mudanças nas leis sobre drogas e a agenda ecoterrorista que defende a redução da exploração de petróleo pelo país, em plena crise energética mundial. A política desastrosa tem feito o preço da gasolina disparar no país.

O discurso de  realização de uma reforma agrária que distribuísse terras férteis para os mais pobres, estimulou indígenas e camponeses sem-terra a ocuparem à força dezenas de propriedades pelo país. Os eventos desencadearam os gigantescos protestos desta semana, apenas dois meses depois do início do desgoverno socialista.

Os manifestantes tomaram as ruas de Medellín, no Noroeste do país; Cali, no Sudoeste;  Bucaramanga, no Nordeste e em outras cidades do país.

Na terça-feira, dia 20, menos de dois meses depois da posse, Petro  envergonhou os colombianos ao defender em discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que os países latino-americanos se unam “para acabar com a guerra às drogas” no continente.

Entre outros delírios característicos de usuários de drogas – ou de quem fatura muito dinheiro com elas – Petro afirmou que “o petróleo é mais prejudicial que cocaína”  e que a atual política de enfrentamento às drogas no mundo “fracassou”, minimizando e defendendo o uso da cocaína:

” – Foi decidido que essa droga é o veneno e deve ser perseguida, mesmo causando um baixo número de overdoses, muitas por resultado de misturas com outras substâncias”, observou.

Usando da estratégia esquerdista de relativizar tudo, a partir de uma falsa equivalência, o ex-narcoguerrilheiro comunista traçou um falso paralelo entre problemas ambientais e os problemas causados pelo uso de drogas.

” – Há quem defenda que “o carbono e o petróleo devem ser protegidos, mesmo que seus usos levem a humanidade à extinção.”

Assim, a Colômbia segue a passos largos para à ruína espiritual do abismo amoral marxista.