Constituição esquerdopata sofre derrota humilhante no Chile

Boric sofreu uma derrota humilhante, mas não vai desistir de levar o Chile  para o abismo socialista,  por “vias democráticas”, a maior especialidade dos lobos em peles de cordeiros da Esquerda latino-americana

 

Em plebiscito realizado no domingo, dia 4 de setembro, 62% dos eleitores chilenos rejeitaram o texto da proposta de uma nova Constituição, elaborada majoritariamente por parlamentares socialistas do país andino. A derrota humilhante ocorre apesar de, em 2020, 80% dos chilenos terem aprovado, em outro plebiscito, que uma nova Constituição fosse elaborada para substituir a atual, em vigor desde a ditadura de Augusto Pinochet.

O texto rejeitado no domingo estava repleto de radicalismos esquerdistas: liberação do aborto, pautas LGBTs, Ideologia de Gênero; divisionismo racial e o sexismo às avessas do feminismo; sensacionalismo ecoterrorista e a defesa desproporcional de “direitos indígenas” (as mesmas pautas defendidas pela Velha Mídia Vermelha brasileira). O texto ainda representaria um tiro no pé na economia de livre mercado do país que já foi um dos mais prósperos da América Latina. A bomba-relógio proposta pelos socialistas assustou de tal maneira a maioria conservadora da população chilena, que o texto foi rejeitado por uma maioria avassaladora.

Equilibrismo à beira do abismo socialista

Em 2019, grupos terroristas de Extrema-Esquerda (Black Blocs e Antifas) que tinham entre seus líderes o atual presidente do Chile, Gabriel Boric, espalharam o caos e o vandalismo pelo país, incendiando estações de metrô, além de outras estruturas e patrimônios públicos e privados, sob o falácia criminosa de “protestar contra às desigualdades sociais do país” (o mesmo falso subterfúgio usado por socialistas há mais de um século para alcançarem o poder e instituírem suas ditaduras comunistas genocidas).

Depois de mais de um ano de violência generalizada, o governo do então presidente, Sebastián Piñera, aceitou realizar um primeiro plebiscito em que 80% dos chilenos aprovaram a elaboração de uma nova Constituição que substituiria a Carta Magna em vigor desde a ditadura de Augusto Pinochet.

Além da vitória em realizar o plebiscito, os terroristas comunistas chilenos ainda conseguiram eleger Gabriel Boric, um dos líderes dos grupos de Extrema-Esquerda que incendiaram o país por mais de um ano.

Mas no último domingo, a proposta de nova Constituição que os socialistas produziram teve que passar pelo crivo do povo e foi reprovada fragorosamente. Tudo porque desde que Boric assumiu, os chilenos têm assistido a crise econômica que o país atravessa agravar-se aceleradamente, por conta do populismo irresponsável do governo de Esquerda.

Mas mesmo com a esmagadora derrota da proposta socialista, a “fissura na represa” social chilena já está lá. E a perpectiva de elaboração de uma nova Constituição esquerdopata ainda torna o horizonte do Chile sombrio.

Boric não vai desistir de levar o país cada vez mais para o abismo socialista,  por “vias democráticas.” Afinal, na atualidade, essa é a especialidade dos lobos em peles de cordeiros da Esquerda latino-americana.