Defesa de Bolsonaro quer que TSE rejeite ação sobre ‘discurso de ódio’

Ação que reúne coletânea de falas do Presidente é uma falácia hipócrita de partidos que defendem  ideologia Comunista Genocida e Revolução Armada

 

Advogados do Presidente Jair Bolsonaro (PL) solicitaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta quarta-feira, dia 20 de julho, que arquive ação protocolada pelos partidos comunistas – PT, PSB, PCdoB, PSOL, PV, Solidariedade e Rede – que acusa o Presidente da República de “incitar a violência” e “proferir discurso de ódio.”

Na última sexta-feira (15), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, havia provocado o Presidente da República mais uma vez, ao estabelecer – em uma sexta-feira -, que Bolsonaro se manifestasse em 48 anos horas sobre as acusações falaciosas.

Hipocrisia Comunista

As acusações baseiam-se na falsa narrativa de que a morte do militante petista e guarda municipal de Foz do Iguaçu (PT), Marcelo Arruda, no dia 9 de julho, teria sido incitada por falas de Bolsonaro, compiladas e retiradas de contexto pelas siglas comunistas, durante três anos e meio do governo.

As alegações patéticas  chamam a atenção pela estupidez do argumento coletivista, que revela como comunistas só conseguem enxergar os cidadãos como “manada”, fingindo a realidade jurídica de que cada pessoa é responsável por seus atos, civil e penalmente, individualmente.

“Os discursos de Bolsonaro durante seus atos de pré-campanha, agendas institucionais, e aparições nas redes sociais vão reforçando no imaginário comum de seus apoiadores a prática da violência, não só ‘no sentido figurado’, mas efetivamente praticada.”

Comunistas arrebentando à corda

Como se as alegações fossem verdadeiras – a ação pede que o presidente seja “proibido de disseminar discurso de ódio” ou “incitar violência”, com a imposição absurda e sem previsão legal – de multa diária de R$ 1 milhão, que seria aplicada a Bolsonaro e ao Partido Liberal, sigla do Presidente da República.

Acusações Levianas e Eleitoreiras

A defesa de Bolsonaro afirma que as declarações citadas na ação não têm vinculação eleitoral e por isso, não deveriam sequer ser analisadas pelo TSE. Os advogados afirmam ainda:

“É de todo leviano e irresponsável acusar o Presidente da República de ter, com seus discursos, gerado os atos de violência apontados, em especial o homicídio de Marcelo Aloizio de Arruda em Foz do Iguaçu/PR, recentemente ocorrido”.

A defesa do chefe do Executivo considerou o pedido da oposição “uma manifestação política de desprezo ao Representado, com nítido intuito eleitoreiro.”

Acuse-os do que você faz. Chame-os do que você é!” – Vladimir Lenin, líder da Revolução Comunista Soviética

Bolsonaro – que já foi esfaqueado por um militante de Esquerda – condenou a violência do caso de Foz do Iguaçu e ainda declarou que “quem defende a violência como método, deve passar para o outro lado [o da Esquerda], para a qual a violência é habitual.”

Crime de motivação fútil

A morte do petista ocorreu em uma sequência de agressões que começou por um gesto irresponsável do petista.

Depois de ofensas mútuas trocadas com o policial penitenciário federal Jorge Guaranho, que manobrava o automóvel para deixar o local em que Arruda fazia uma festa de aniversário de 50 anos, o petista jogou pedras contra o rosto de Guaranho, penitenciário, que também atingiram a esposa do policial e o bebê de colo do casal. Revoltado, Guaranho chegou a sacar a arma, mas deixou o local para voltar minutos depois, para tomar satisfações.

Câmeras derrubaram falsas narrativas

As imagens das câmeras do local em que o petista comemorava o aniversário, mostram Guaranho descendo do carro, sem a arma em punho. O petista então, saca uma arma e em consequência, Guaranho, saca também. Na troca de tiros que se seguiu, o petista baleou Guaranho três vezes e acabou sendo morto pelo policial.

As imagens registraram ainda que, depois do baleado e caído ao solo, Guaranho teve a cabeça chutada e pisada covardemente por três homens que participavam da festa do petista morto.

Inquéritos descartaram crime de natureza política

Tanto a Polícia Civil, quanto o Ministério Público do Paraná concluíram que, apesar de os crimes cometidos terem sido motivados pela oposição política entre os envolvidos, não se pode tipificar o caso como crimes de natureza política, mas tão somente como crimes com motivo fútil ou torpe (como seria uma troca de tiros entre integrantes de torcidas rivais no futebol).

Mas em ano eleitoral, militantes de uma Ideologia genocida que matou mais de 100 milhões de pessoas em um século – desesperados com a popularidade de Bolsonaro e com a incapacidade das pe$qui$a$ eleitorais de convencerem alguém que o povo brasileiro estaria disposto a ter de volta como presidente, o chefe de uma organização criminosa, multicondenado por corrupção e lavagem de dinheiro – tentam, falaciosamente, atribuir ao presidente algum tipo de responsabilidade subjetiva sobre o caso.

O golpe está aí. Cai quando quer.