Elon Musk diz que não votará mais nos Democratas: ‘Partido da divisão e do ódio’

Elon Musk Foto: Pixabay

Bilionário também defendeu fim do banimento de Trump do Twitter


Com informações da Revista Oeste

Elon Musk, bilionário CEO da Tesla, Space X e de várias outras empresas, declarou que deixou de ser um eleitor do Partido Democrata (nome da principal legenda a abrigar a Esquerda nos EUA) e passará a votar em candidatos republicanos (Direita) nas próximas eleições nos EUA. Musk justificou sua guinada política ao ódio e divisão disseminados pela sigla do presidente americano Joe Biden e sua vice, Kamala Harris.

“No passado eu votei nos democratas, porque eles eram (principalmente) o partido da bondade. Mas eles se tornaram o partido da divisão e do ódio, então não posso mais apoiá-los e votarei nos republicanos. Agora, veja a campanha de truques sujos deles contra mim se desenrolar”, disse Musk.

Em 29 de abril, poucos dias depois de anunciar a proposta de compra do Twitter por US$ 44 bilhões, Musk já havia usado o Twitter para manifestar as razões de sua mudança de posicionamento político: “A extrema esquerda odeia a todos, inclusive eles mesmos” e acrescentou, curiosamente, ressoando o discurso hipócrita da Esquerda brasileira, que sinaliza virtude, enquanto deixa escorrer pelo canto da boca todo ódio e intolerância possíveis contra não-esquerdistas. ”Vamos ter menos ódio e mais amor”, disse.

Liberdade de expressão

Durante o processo de compra do Twitter, Musk se posicionou como um “ferrenho defensor da liberdade de expressão”. E na última sexta-feira, 13, voltou a defender a reversão do banimento do ex-presidente americano Donald Trump da plataforma. “Mesmo que eu ache que um candidato menos divisivo seja melhor em 2024, ainda acredito que Trump deve ter sua conta no Twitter restaurada”, sinalizou. Trump foi expulso do Twitter em janeiro de 2020 sob a falsa alegação de ter incentivado a invasão do Capitólio, o Congresso Nacional dos EUA.