EUA impõem agenda LGBT atropelando fé e liberdade

Câmara dos Representantes aprovou ‘Lei da Igualdade’,  que impõe agenda da Ideologia de Gênero no país

Com informações Pleno News

A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou, sob forte oposição dos republicanos, a chamada Lei de Igualdade. O projeto foi aprovado por 224 votos  favoráveis – três republicanos apoiaram o projeto democrata – a 206 contra. A “Lei de Igualdade” dos EUA impõe normativas semelhantes a defendidas a diversos projetos que tentam impor a Ideologia de Gênero no Brasil.

Entre os pontos aprovados estão a permissão para que pessoas de sexo biológico masculino integrem times femininos – caso “se identifiquem” com o gênero feminino – o que já pode ser visto com atletas biologicamente masculinos tem sobrepujado atletas do sexo feminino em esportes em que as características físicas masculinas dão larga vantagem para atletas “transgêneros”como atletismo e artes marciais

Outro lei draconiana da “Lei da Igualdade” classifica como discriminação a não aceitação do estilo de vida da comunidade LGBT, estabelecendo ao público LGBT, direitos a realizar cerimônias de casamento tradicionais, o que abre precedente que viola o direito de livre confissão de fé de instituições religiosas – que não apoiam esse tipo de união – sejam obrigadas a celebras este tipo de cerimônia, contrariando sua própria fé. O mesmo se estende a médicos, que não poderão negar a execução de procedimentos, como cirurgias de mudança de sexo, mesmo que isto vá contra suas crenças.

DITADURA DAS MINORIAS

Segundo a conselheira sênior da ONG Aliança em Defesa da Liberdade (Alliance Defending Freedom), Denise Harle, o projeto retira direitos fundamentais de outros grupos sociais em detrimento das minorias.

“– Podemos ver que isso imediatamente retiraria os americanos religiosos e meninas e mulheres de nossos direitos iguais” – disse Denise Harle, conselheira sênior da Alliance Defending Freedom, à CBN News.

Harle destacou que este tipo de política já deu errado em outros lugares:

“– No Alasca, a cidade de Anchorage tinha uma lei como esta e puniu um abrigo religioso para mulheres agredidas sem-teto e realmente os forçou a permitir que homens biológicos, que se identificavam como mulheres, dormissem e trocassem de roupa ao lado dessas mulheres. A maioria das quais, vítimas de estupro e tráfico sexual. Processado sob essa lei, tentaram fechar o abrigo cristão”, demonstra.

Harle também lembrou que a Lei de Igualdade impõe a subjetividade das normas, que passarão a ser interpretativas. A questão já havia sido levantada pelo senador James Lankford.

“– Se eu for para uma entrevista de emprego e não for contratado, posso processar aquele empregador porque percebo que eles pensavam que eu era gay e, por isso, não me contrataram. Não tenho de provar nada. É simplesmente baseado na minha percepção ou crença” – disse Lankford, durante discurso em julho passado.