Fachin deixa presidência do TSE com ‘Fake News de Toga’

Ex-cabo eleitoral da terrorista Dilma Rousseff deixa presidência do TSE com a maior das Fake News: ‘Maioria dos brasileiros confia nas urnas’

 

Na noite da terça-feira, 9 de agosto, em discurso de despedida da presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luiz Edson Fachin, soltou uma falácia  digna de inclusão no inquérito inconstitucional das FaKe News – ficção jurídica inexistente no ordenamento jurídico brasileiro – apelidado pelo ex-ministro do STF, Marco Aurélio de Mello de “Inquérito do Fim do Mundo”, tamanhas as  inconstitucionalidades e arbítrios que contém, típicos de tribunais de exceção das ditaduras comunistas que Fachin idolatra.

O Inquérito das Fake News foi criado pelo camarada de Fachin no SPTF, Dias Toffoli, depois que a Revista Crusoé revelou que o togado e ex-advogado do Partido das Trevas era o “amigo do amigo do meu pai” nos e-mails sobre propinas de Marcelo Odebrecht.

Hoje, o inquérito inconstitucional é tocado por Alexandre de Moraes, o que prova que não há nada ruim que não possa piorar.

Data Fake

Em sua despedida do TSE, Fachin afirmou que “maioria dos brasileiros acredita nas urnas eletrônicas.”

“ – Como se constatou na última pesquisa DataFolha”, disse Fachin, citando a mais desacreditada das fabricantes de pesquisas fajutas do país, apelidada pelo povo brasileiro de DataFoice, tamanha a suspeição que paira sobre as pesquisas que produz.

No discurso, Fachin defendeu mais uma vez “a transparência [de lodo] do processo eleitoral”, em que só os comunistas brasileiros fingem acreditar.

‘Democracia Soviética’

Um dos principais artífices do atual estágio de construção da “democracia soviética” no Brasil, Fachin citou o saldo de sua deprimente permanência à frente dessa jaboticaba – por só existir no Brasil – o Tribunal Eleitoral.

“- Hoje, também tenho a certeza inabalável de que a democracia se verga, mas não se dobra nem quebra com as fake news”, declarou.

Como não há nada ruim que não possa piorar ainda mais, a partir da semana que vem, Fachin será substituído por Alexandre de Moraes, que estará à frente do TSE nas eleições deste ano.

Tempos tenebrosos.