Fachin se reúne com advogados pró-Lula

O ex-advogado do PT, Luís Edson Fachin e o ex-presidiário Luís Inácio Lula da Silva.

Depois de não aceitar participar de reunião de Bolsonaro com embaixadores – que o próprio Fachin já havia realizado invadindo prerrogativa privativa da Presidência da República – o togado recebeu grupo de advogados criminalistas pró-Lula. O chamado Grupo Prerrogativas é o mesmo  que já realizou jantar com ingressos a R$20 mil  em prol da campanha do petralha.

 

Na tarde desta terça-feira, dia 26 de julho, o atual ocupante da função de presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Edson Fachin, recebeu advogados criminalistas do ‘Prerrogativas’, grupo de advogados de Esquerda que apoiam o ex-presidiário, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Militância petralha

O mesmo Fachin que declarou que não participaria da reunião do presidente Jair Bolsonaro com embaixadores de 70 países por ‘dever de imparcialidade’.

O mesmo Fachin que no dia 31 de maio – invadindo atribuição constitucional privativa da Presidência da República, de gerir à diplomacia brasileira – se reuniu com embaixadores de 70 países para afirmar que ‘Bolsonaro ameaça à democracia no Brasil.’

O integrante-militante do TSE ouviu dos advogados pró-Lula o pedido de participação no grupo – organizado por Fachin – que se reúne sob o argumento falacioso de ‘enfrentar à violência política no contexto das eleições de outubro.’

Antro petista

O Prerrogativas ainda convidou Fachin para um ato pró-Lula marcado para o dia 11 de agosto, na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, no Centro da Capital paulista, tradicional antro da militância de Esquerda há décadas.

Jantar pró-Lula cobrou  R$20 mil por ingresso

O Prerrogativas foi responsável pelo jantar pró-Lula que cobrou ingressos de R$20 mil  em São Paulo em prol da campanha do petralha.

Do grupo, fazem parte os advogados Antônio Carlos de Almeida Castro – conhecido como Kakay – que de tão íntimo dos togados, circula pelos corredores do STF de bermudas.

Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay (Reprodução Redes Sociais)

Ou o criminalista Carlos Antonio Mariz de Oliveira, que defendeu durante um evento pró-Lula, a descriminalização da corrupção. Segundo Mariz, “o crime já aconteceu. Do que adianta punir?”

Esses são os “companheiros” e “defensores da democracia” de Lula e de Fachin.