Fachin suspende decretos de Bolsonaro de acesso legal à armas de fogo

O ex-advogado do MST é cabo eleitoral de Dilma, Edson Fachin.

Togado classificado por Bolsonaro como ‘marxista-trotkista’ apela para acirramento da ‘violência política’ para  justificar violação de direito de aquisição, posse e porte de armas de fogo. Desarmar a população civil é uma das principais etapas da instauração de ditaduras socialistas.

 

Edson Fachin, integrante do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu trechos de decretos editados pelo Presidente da República, Jair Bolsonaro, que regulamentavam a compra e o porte de armas de fogo no país.

Para cometer a nova violação de atribuições constitucionais privativas do Executivo Federal, em mais um escandaloso caso de interferência e ingerência sobre outros Poderes, o ex-advogado do PT alegou “risco de violência política nas eleições” deste ano.

O ex-cabo eleitoral da guerrilheira e terrorista comunista Dilma Rousseff ainda restringiu os efeitos de uma portaria publicada conjuntamente pelos  ministérios da Justiça e Segurança Pública e da Defesa, que regulavam a compra de munição para Caçadores, Atiradores e Colecionadores (CACs).

A nova violação de atribuições do Executivo por parte do Judiciário ocorre em resposta à três ações das facções socialistas PT e PSB, que alegaram que os decretos do Presidente da República violam o Estatuto do Desarmamento – publicado à revelia do plebiscito em que mais de 60% do Povo brasileiro rejeitou às restrições à venda de armas de fogo para cidadãos de bem, em 2003, pelo ex-presidiário Lula da Silva.

As ações junto ao STF das facções socialistas ainda afirmam – falaciosamente e sem citar as fontes fidedignas – que  “diversos estudos livres de ideologia” (SIC) “mostram que a afirmação de que o maior número de armas reduz a criminalidade não é verdadeira”, afirmação falsa que faz questão de ignorar a redução do número de homicídios em quase 25% nos últimos 3 anos no Brasil, após a flexibilização das vendas de armas de fogo no País.

O processo de aquisição de uma de fogo ainda obedece a rigorosos procedimentos de autorização e é controlado pelo Exército Brasileiro e pela Polícia Federal.

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) lembrou que quem assumir a presidência em janeiro de 2023 indicará mais dois ministros para o STF.

” – Que poderão ter o mesmo pensamento militante e a margem da lei do ministro Fachin”, declarou o deputado.

Mario Frias (PL), ex-secretário de Cultura do governo federal e candidato à Câmara dos Deputados, declarou que o integrante do STF “não respeita a Constituição Federal” ao ponto de atropelar o pedido de vista do ministro Nunes Marques que havia pedido mais tempo para análise do cas.

“ – Usou como pretexto que há risco de violência política nas eleições. Mais um absurdo sem precedentes”, afirmou Frias

O vice-presidente da República e candidato ao Senado Federal pelo Rio Grande do Sul, general Hamilton Mourão (Republicanos) classificou a decisão de Fachin como “absurdo” e acusou o STF de “extrapolar” suas funções.

“ – As liminares de hoje interferem em decisões já aprovadas pelos outros Poderes, nos direitos de autodefesa e dos CACs. Liberdade não se negocia e absurdos como esses não podem continuar”, declarou.

Na semana passada, o TSE já havia restringido o porte de armas em um perímetro de até 100 metros das seções eleitorais, portando arma de fogo 48 horas antes do primeiro turno em 2 de outubro, e 24 horas depois, tanto de civis quanto de militares.

‘Povo armado, jamais será escravizado’

Desarmar a população civil é uma das mais importantes etapas no projeto de tomada do poder nas narcoditaduras socialistas-marxistas-comunistas, onde somente o Estado totalitário e suas milícias civis podem ter acesso à armas de fogo, a única forma de minorias organizadas dominarem maiorias desorganizadas.