Governo petista do DF vai usar até snipers para tentar intimidar população no 7 de Setembro

Caravanas de manifestantes que participarão da comemoração do Bicentenário da Independência – e das manifestações pró-Bolsonaro – serão revistadas pela PM do governo petista de Ibaneis Rocha – liderada por comandante que aderiu à Polícia Secreta de Moraes – ainda nas rodovias que dão acesso à Brasília

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, governado pelo petista Ibaneis Rocha anunciou a montagem de um verdadeiro cenário de preparação para uma verdadeira guerra na Praça dos Três Poderes, em Brasília.

Sob o governo do petista Ibaneis Rocha e com o comandante da Polícia Militar do Distrito Federal, o tenente-coronel Waldicharbel Gomes Moreira, como um dos três comandantes PMs que aderiram à “Polícia Secreta” criada por Alexandre de Moraes, as medidas foram recebidas por diversos analistas políticos como uma tentativa de intimidar os apoiadores do Presidente da República, Jair Bolsonaro.

O Chefe do Executivo  convocou à população brasileira para se manifestar nas comemorações do dia 7 de Setembro, Bicentenário da Independência do Brasil, contra a escalada autoritária do togado esquerdista, que tem violado sistematicamente à Constituição que deveria defender.

A Esplanada dos Ministérios, em especial da Praça dos Três Poderes, será sitiada pela Polícia Militar do Distrito Federal e o acesso do povo será proibido, com a fascista mobilização de snipers (atiradores de elite) com farta munição e até granadas, sobre os prédios da Esplanada, a partir das 17h de segunda-feira, dia 5 de setembro.

Outro sinal do estado de exceção comunista em que o Brasil está mergulhado é que as caravanas de manifestantes que participarão do evento cívico-militar em Brasília serão revistadas pela PM do governo petista de Ibaneis Rocha ainda nas rodovias, antes de chegar à Brasília. O porte de armas, fogos de artifício, mastros e substâncias inflamáveis, entre outros itens serão proibidos.

No 7 de Setembro de 2021, manifestantes furaram o bloqueio que impedia o acesso de veículos à Esplanada. Integrantes do STF chegaram a confessar, em entrevistas à órgãos de Imprensa, que não conseguiram dormir de medo de uma ação contra o prédio do STF na noite de 7 de Setembro de 2021.

“Em 2021, num dos cenários mais agudos traçados, havia a previsão até do resgate aéreo, por meio de helicópteros, de ministros”, revelou Luiz Fux, do STF, ao panfleto digital esquerdista Metrópoles.

A paranoia chegou a tal ponto que, segundo o portal, a segurança de Luís Roberto Barroso chegou a considerar o risco de que a casa do togado pudesse ser invadida por meio do Lago Paranoá, “num ataque por meio de lanchas.”