iFood deixa Colômbia 2 meses depois da posse do ex-guerrilheiro comunista Gustavo Petro

Gustavo Petro, ex-integrante da narcoguerrilha colombiana M-19

Ex-integrante da narcoguerrilha do M-19, o presidente e extrema-esquerda Gustavo Petro foi parabenizado por Lula e pelo PT após a posse e no mês seguinte fez um discurso vergonhoso na ONU, defendendo a liberação da cocaína

Com informações Jornal da Cidade Online

A Colômbia vive uma onda de violência, com chacinas, roubos em massa e uma insegurança que atinge tanto as cidades quanto o campo. A escalada dos crimes ocorre pouco mais de um mês depois da posse do presidente Gustavo Petro, o primeiro mandatário de esquerda da história do país. Ao todo, foram 14 chacinas no último mês na Colômbia, além de múltiplos roubos. No início de setembro, oito policiais foram assassinados em uma emboscada ocorrida em uma área rural do departamento de Huila, no sudoeste do país.

Nesse clima de insegurança institucional, a multinacional de origem brasileira iFood anunciou que encerrará suas operações na Colômbia em 21 de novembro. Segundo a empresa, essa é uma decisão estratégica que tem como pano de fundo o momento atual do mercado de capitais.

“ – Durante o processo de encerramento das operações na Colômbia, o iFood oferecerá suporte e informações a todos clientes, entregadores e restaurantes, atendendo a eventuais demandas e dúvidas da melhor maneira possível”, informou a empresa.

O aplicativo de delivery chegou aos clientes colombianos em 2015, tentando ganhar espaço na terra de seu principal concorrente, o Rappi. Em 2020, a empresa anunciou a fusão com o app local Domicilios.com, visando ampliar a oferta de restaurantes.

“ – O iFood seguirá investindo no Brasil, onde nasceu e é líder, a fim de crescer e oferecer os melhores serviços e oportunidades para seus consumidores e parceiros, dando continuidade a sua jornada de sucesso e excelência”.

Para piorar ainda mais a situação, Petro – que fez um discurso vergonhoso na ONU pela liberação e legalização da cocaína – implorou para os investidores estrangeiros não deixarem o país, nem ‘retirarem dinheiro em massa’.

” – Não tire o dinheiro em massa, porque na Colômbia há mais oportunidades”, disse ele.