Jovem Pan veta conservadores nas entrevistas de presidenciáveis: ‘Extrema Direita’

A editora-chefe da Jovem Pan News (com o típico lenço palestino de Yasser Arafat, só que VERMELHO) Imagem: Portal Alta Definição

Jovem Pan News se rende aos comunistas? Sem citar nomes, editora-chefe desqualifica e rotula conservadores que trabalham na própria emissora: “Comentaristas de extrema-direita – aqui  tem uma galera mais radical – não participarão de sabatinas. Esqueçam a extrema-direita”.

 

Quem sentencia quem é radical de “Extrema-Direita” no Brasil, além militantes esquerdistas e  Alexandre de Moraes? Na Jovem Pan News, esse papel foi assumido pela editora-chefe da emissora, Mariana Ferreira. É o que revelou entrevista publicada pelo portal especializado em TV, “Na Telinha”.

Matéria intitulada “Jovem Pan proíbe comentaristas de extrema-direita em sabatinas” afronta comentaristas dos “Pingos Nos Is”, Ana Paula Henkel, Augusto Nunes e José Maria Trindade; Guilherme Fiuza e o apresentador Victor Brown, usando a reprodução de uma imagem do programa para associá-los à tal de “Extrema-Direita”. Ainda comete uma típica contradição esquerdopata ao afirmar que a emissora “quer pluralidade” enquanto rotula e discrimina comentaristas. E fecha com a motivação por trás de tudo: afirmando que “emissora quer evitar favorecimento a Jair Bolsonaro.”

Reprodução do programa “Os Pimgos Nos Is” que site usou para rotular comentaristas como sendo de “Extrema-Direita”

Editora-chefe bolchevique

“ – Alguns comentaristas de extrema-direita – aqui a gente tem uma galera mais radical – não participarão de sabatinas. Esqueça a extrema-direita”, declarou a editora-chefe da Jovem Pan, Mariana Ferreira.

Apesar do desrespeito com os profissionais da emissora em que exerce um cargo de chefia, Mariana não ousou citar nominalmente a quem quis ofender e desqualificar classificando como exemplos da “Extrema-Direita”.

Conservadores alavancam ascenção da Jovem Pan News

O Grupo Jovem Pan de Comunicação completou em 2022, 80 anos de história. Há alguns anos o grupo registrou um forte crescimento nas redes sociais – principalmente pelo YouTube -, o que se deveu,  fundamentalmente,  ao fato de a Jovem Pan ter se tornado praticamente o único canal da imprensa nacional tradicional em que pensadores conservadores de Direita ainda têm algum espaço.

Com a ascenção nas redes sociais, o grupo inaugurou há pouco mais de um ano, a Jovem Pan News, que ainda não tem espaço entre as TVs abertas, mas já superou a CNN em audiência e se aproxima da Globo News, graças ao público conservador.

Esquerdistas dominam  jornalismo, mas são minoria entre comentaristas

A função de comentarista demanda mais neurônios, bagagem e honestidade intelectual do que as detectáveis a olho nú na esmagadora maioria do jornalismo marxista brasileiro. O que certamente explica o fato de o número de comentaristas conservadores superar – com larga vantagem – o de comentaristas de esquerda na Jovem Pan.

Este fato tem sido determinante para o sucesso da emissora na disputa com as concorrentes, mesmo que a Jovem Pan sofra com equipes de Jornalismo (produtores, redatores, repórteres e apresentadores) majoritariamente esquerdistas. Fato que é constantemente explicitado por um dos mais tradicionais comunicadores do grupo, o veterano Emílio Surita, apresentador do programa Pânico.

As sínteses da maioria esquerdofrênica da Jovem Pan são exemplos bizarros, caricatos e deprimentes de comentaristas de Extrema-Esquerda – que como já relatado aqui, são minoria entre os analistas da emissora: Amanda Klein e Fábio Piperno, que são diariamente “desancados”, em suas falácias e panfletarismos de Socialistas de iPhone, por comentaristas gabaritados como Rodrigo Constantino, Jorge Serrão, Roberto Motta e Marco Antônio Costa, entre outros.

Tiros no Pé

Mesmo que o público conservador de Direita seja responsável pelas maiores audiências da emissora – em especial a do programa “Os Pingos Nos Is” – a Jovem Pan constantemente escolhe velhas raposas esquerdistas para coordenar o Jornalismo, entregando o comando da redação – já majoritariamente esquerdofrênica – à influência ainda mais nefasta de diretores esquerdopatas.

Mesmo depois da declaração aberta de censura seletiva, ainda se fala de “pluralidade” de ideias na emissora.

” – Não sabemos que comentaristas participarão, mas a gente está tentando contemplar todos os espectros de pensamento”, declarou Carlos Aros, diretor de conteúdo da emissora, ao portal “Na Telinha”.

“O Bolsonaro será tratado aqui, pela gente, da mesma forma que o Lula será tratado”, disse Aros,  deixando escapar a razão real do anúncio estapafúrdio de discriminação de conservadores, feito pela editora-chefe da emissora.

Da série leninista: “Acuse-os do que você faz. Chame-os do que você é!”

A sempre mentirosa retórica esquerdista dominante, segue à risca a máxima leninista:

“Acuse-os do que você faz. Chame-os do que você é!”

Assim, costuma rotular qualquer um à Direita de sociais-democratas (a esquerda fabiana, que nos Estados Unidos se traveste de ‘liberal’ e no Brasil, da pseudo-diteita tucanalha), como sendo de “Extrema-Direita.”

A estratégia é sempre a mesma: estigmatizar conservadores chamando-os exatamente daquilo que todo socialista-marxista-comunista é na essência: gêmeo univitelino de fascistas e nazistas.

Defensores do socialismo-marxismo, ideologia genocida responsável pela morte de mais de 100 milhões de seres humanos em um século. Pessoas que, certamente, antes de se tornarem vítimas dos comunistas, foram em algum momento da vida, acusadas de serem de “Extrema-Direita” também.