Minha experiência de cura da Peste Chinesa com planta pesquisada pela UFAM

Silvio Ferreira

Eu e minha mulher tivemos Covid-19 em setembro. Fiquei com a garganta ruim em um domingo. Na segunda e terça tive 39,8°C de febre. Naquele mesmo dia fui ao projeto Médicos Pela Vida, que funcionou em uma igreja da região central daqui de Campo Grande (MS). No local, um grupo de médicos voluntários que defendem o tratamento precoce atendiam gratuitamente e receitavam o tratamento precoce para a Peste Chinesa. As senhas para atendimento naquele dia já haviam acabado, mas um enfermeiro que aferiu minha temperatura com um sensor me orientou a não deixar de voltar na manhã do dia seguinte, já que eu estava sintomático.

De volta ao carro para voltar para casa, lembrei que havia lido uma reportagem sobre uma pesquisa da Universidade Federal do Amazonas (UFAM ) que, em simulações computacionais, verificou a eficácia do mastruz (ou erva-de-santa-maria) contra o Covid. Depois das simulações computacionais, a pesquisa continua em fase de testes laboratoriais.

Adepto da medicina natural que sou, não pensei duas vezes: passei em um “raizeiro” no Centro de Campo Grande e comprei vários pacotes de mastruz. Chegando em casa, ainda ardendo de febre (mais uma vez, com 39,8°C), bati folhas, caule e sementes da planta com leite, coei e tomei com leite gelado, por volta de 17h30. Por volta das 23h, acordei com a camiseta encharcada de suor (um sinal de que a febre – e consequentemente, a infecção – havia passado). Voltei a beber o mastruz com leite, tomei um banho e voltei para a cama. Coloquei o celular para despertar às 6h da manhã porque não queria perder a distribuição de senhas para atendimento no projeto Médicos pela Vida.

Na manhã seguinte, ainda exausto depois de dois dias com febre alta, desativei o despertador do celular quando acordei, achando que ficaria só mais uns 5 minutos na cama. Aqueles 5 minutos viraram mais de 1 hora e acordei assustado. Levantei correndo, tomei um banho e sai de casa sem nem lembrar de aferir a temperatura com termômetro que estava do lado da cama, por conta da pressa. Ao chegar ao local em que os médicos atendiam voluntariamente, outro enfermeiro aferiu a minha temperatura: 36,2°C. Ou seja: o mastruz com leite havia debelado a infecção em poucas horas, pois não apresentei mais nem febre, nem nenhum outro sintoma da Peste Chinesa.

No mesmo dia (uma quarta-feira) minha mulher começou a ficar ruim. Agendou então por meio do programa de monitoramento do Covid-19, um teste PCR. No domingo seguinte, fomos ao posto de testagem montado pelo sistema de drive-thru, na unidade do Corpo de Bombeiros da rua Sete de Setembro, no Centro de Campo Grande. O resultado chegou dias depois, pelo celular: positivo para covid-19.

Kit de tratamento precoce

Mesmo sem que eu tenha feito o teste, já que depois de ter tomado o mastruz com leite eu não apresentei mais nenhum dos sintomas da arma biológica chinesa, de posse da receita do projeto Médicos pela Vida ainda tomei hidroxicloroquina, ivermectina, vitamina D e zinco, que retirei em um posto de saúde do bairro Tiradentes, região Leste de Campo Grande. Medicamentos que haviam sido, estranhamente, manipulados em uma farmácia da Capital.

Digo ‘estranhamente’, porque poucos dias antes, o prefeito Marcos Trad – então em plena campanha eleitoral pela reeleição para o Executivo municipal – havia publicado um vídeo em que pedia ao presidente Jair Bolsonaro que enviasse hidroxicloroquina para Campo Grande. Dai o meu estranhamento sobre o fato de os remédios que me forneceram terem sido – curiosamente – manipulados em farmácia da Capital de Mato Grosso do Sul.

P.S.:

– Contra-indicações: Não deve ser dado à gestantes ou mulheres em amamentação. Em doses altas é tóxico, ocasionado vertigens e vômitos. Não fazer chás fortes (acima da dose indicada de 10% em peso do pó da planta em relação a água de extração pois provocam intoxicações.

P.P.S.:

– Este é o relato sobre a minha experiência durante a FRAUDEMIA de CIRCOVID.

– É IMPORTANTÍSSIMO ressaltar que não estou receitando nada para ninguém, o que só pode ser feito por um especialista na área médica, mas por uma questão de consciência como cristão, como cidadão e como jornalista, recomendo a pessoas que – ao menor sinal de um ou dois sintomas da Peste Chinesa – procurem imediatamente a um médico que defenda o tratamento precoce.

O médico que você contatou inicialmente te mandou de volta para casa com uma receita de dipirona e xarope, afirmando que “não existe tratamento precoce”, “não há evidências científicas da eficácia da hidroxicloroquina, ivermectina, nitazoxanida, azitromicina, vitamina D, zinco, corticóides e anticoagulantes”? Procure por outro profissional que tenha compromisso com a vida e não com a ideologia demoníaca que não exita em sacrificar vidas para apoiar a instauração de regimes totalitários.

Infelizmente, no Brasil e no mundo, militantes comunistas estão por todas as partes. São um câncer em metástase.