Ministro da Defesa alerta para risco de código malicioso nas urnas eletrônicas

O ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira (Reprodução YouTube)


Durante a audiência pública da Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle do Senado, na quinta-feira, dia 14 de julho, o ministro da Defesa e ex-comandante do Exército Brasileiro, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira – acompanhado pelo especialista em Guerra Cibernética do Exército Brasileiro, coronel Marcelo Nogueira de Souza – alertou para o risco de que as urnas eletrônicas sejam contaminadas por um código malicioso (malware) que burle os testes de integridade nos equipamentos no dia das eleições.

O coronel Marcelo Nogueira de Souza lembrou o escândalo que ficou conhecido como “DieselGate”, em que montadora VolksWagen foi condenada nos Estados Unidos a pagar multas de US$4,3 bilhões por ter instalado softwares nas centrais eletrônicas dos veículos que mascaravam os índices reais de emissão de poluentes, toda vez que um deles era submetido à testes. Da mesma forma, um software malicioso pode fazer com que as urnas registrem corretamente os votos somente quando detectarem que estar sendo submetidas a testes de integridade.

“Temos o exemplo aqui de uma montadora de automóveis muito conhecida. Para burlar o sistema de fiscalização dos Estados Unidos em relação à emissão de gás carbônico, o automóvel sabia que estava sob avaliação e operava de forma diferente; quando não estava sob avaliação, operava sob uma forma normal”, exemplificou o especialista das Forças Armadas.

Para diminuir essa possibilidade, as Forças Armadas têm defendido que as urnas eletrônicas contem com um sistema de identificação biométrica dos eleitores. Mas essa e outras propostas, como a realização de uma reunião técnica entre especialistas das Forças Armadas e técnicos do tribunal, solicitada por meio de um ofício do general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira enviado no dia 10 de junho de 2022, foram completamente ignoradas pelo presidente do tribunal – o e ex-advogado do Movimento dos Sem Terra, e ex-cabo eleitoral da ex-guerrilheira comunista, Dilma Rousseff – Edson Fachin. Sobre quem o presidente Bolsonaro declarou acreditar ser um “ditador do Brasil”.

No caso do DieselGate, os consumidores que foram vítimas da fraude da montadora tiveram apenas o prejuízo de comprar veículos que poluem muito mais do que anunciam. No caso das eleições, se o povo brasileiro for vítima de um golpe eletrônico, veremos comunistas cúmplices de ditaduras genocidas que mataram mais de 100 milhõe de pessoas em todo mundo em um século voltarem ao poder. De onde nunca mais sairão.