Moraes ordena ação da PF contra empresários que apoiam Bolsonaro

Alexandre de Moraes | Foto SCO STF

Ditadura comunista da Toga: Moraes determina operação da PF contra empresários por conversas informais de WhatsApp

 

O integrante do STF, Alexandre de Moraes, determinou buscas nesta terça-feira, 23 de agosto, nas residências de oito empresários que fazem parte de um grupo pró-Bolsonaro no WhatsApp, entre eles, Luciano Hang, dono da Havan.

A operação foi determinada pelo togado após publicação de prints de conversas privadas do grupo de empresários, pelo site esquerdista Metrópoles.

Além de Hang, a operação cumpre mandados ao longo desta terça-feira, contra os empresários Afrânio Barreira, do restaurante Coco Bambu; Ivan Wrobel, da Construtora W3; José Isaac Peres, da rede de shopping Multiplan; José Koury, do Barra World Shopping; André Tissot, do Grupo Serra; Marco Aurélio Raimundo, da Mormaii; Meyer Nigri, da Tecnisa, em cinco estados: Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Hang repudiou acusações do site esquerdista

Na segunda-feira, durante live, o empresário Luciano Hang negou as acusações.

“- Todos os dias a imprensa tenta desconstruir empresários que estão do lado do presidente (os bolsonaristas). Isso é mais uma mentira. Eu nunca me manifestei contra poderes. Usaram de má-fé trechos desconexos de uma conversa de whats”, afirma o empresário.

Na live, Luciano mostrou os prints do que escreveu no grupo. A fala do empresário no grupo informal de WhatsApp foi:

“- Teremos mais 4 anos de Bolsonaro, mais 8 de Tarcísio e não terá mais espaço para vagabundos”, escreveu.

Hang ainda afirmou ter fé de que é possível termos eleições limpas e transparentes, por meio das quais não é possível  esperar outro resultado além da reeleição de Bolsonaro:

“- Nós vamos vencer as eleições em primeiro turno, vamos fazer as mudanças que o Brasil tanto precisa através da democracia, da liberdade de pensamento e de expressão”, garantiu Hang.

Hang afirma que o grupo de WhatsApp “Empresários & Política” é um canal eclético, formado por cerca de 250 pessoas que defendem candidatos diferentes.

“- É como se fosse uma conversa em uma mesa de bar, onde cada um dá seu ponto de vista. Pegar trechos desconexos e sem contexto, não mostram a verdade. É imoral”, desabafou.

Por fim, sem citar nomes, Hang manifestou sua indignação com a perseguição contra conservadores protagonizada pelo togado.

“- Eu faço parte de muitos grupos, nós temos que viver num país democrático e com liberdade de pensamento e expressão. Não é crime no Brasil discutir política e dar opinião num grupo fechado de WhatsApp. Eu acho engraçado que só vazam as conversas dos grupos de direita, gostaria de ver também o que falam nos grupos de esquerda”, ironizou.

O empresário declarou estar tranquilo em relação a polêmica.

” – A verdade está do nosso lado. Nada melhor do que virar notícia com a consciência tranquila. A verdade sempre prevalece”, declarou Hang.

Na boca do Povo: Artigo 142 antes de um golpe comunista

As operações da PF, motivadas pelo vazamento de conversas privadas de WhatsApp de empresários, publicadas por um site esquerdista, certamente serâo usadas como desculpa para ações de “phishing”, que tentarão encontrar algo que incrimine os apoiadores do presidente.

Mas as conversas em si, não são diferentes dos comentários que milhões de brasileiros fazem todos os dias em qualquer mesa de bar do País.

Há alguns meses, Moraes registrou queixa em uma delegacia de São Paulo contra sócios do Clube Pinheiros, que criticavam o togado. Capangas do integrante do STF teriam testemunhado conversas de mesa de bar em que o togado era xingado.

Na mão grande de 9 dedos

Em qualquer bar do país é possível ouvir conversas em que é defendido o acionamento do artigo 142 da Constituição Federal e até de uma intervenção militar no País, mergulhado em um cenário policialesco, típico de um Estado de Exceção comunista.

As conversas só devem se intensificar com o aumento dos indícios de que um corrupto condenado em três instâncias, libertado por um tribunal marxista e aparelhado, com suspeitas de ligação com o narcotráfico nacional e internacional está prestes a levar a Presidência da República “na mão grande de 9 dedos”

Um notório corrupto, que não conta com nenhum apoio popular nas ruas, mas tão somente de uma Velha Imprensa Vermelha e mercenária; de pesquisas escandalosamente descoladas da realidade e por meio de urnas eletrônicas sobre às quais pairam sérias suspeitas de vulnerabilidade à fraudes.

Dia 7 de Setembro: Pelo fim do Estado de Exceção comunista

O povo brasileiro cogita as  hipóteses acima cada vez mais e vai deixar isso claro nas ruas de todo o País no dia 7 de Setembro. Antes que uma ditadura comunista se instale defitivamente e a cleptocracia “tome o poder, o que é diferente de ganhar eleições”, como afirmou descaradamente o comunista petralha, José Dirceu.