NYT: ‘Fake News de Griffe’ sobre golpe de Bolsonaro entra no modo ‘hard’

Presidente Bolsonaro durante cerimônia do 74° aniversário de criação da Brigada de Infantaria Paraquedista em Três Corações - MG, em 2019 (Foto: Marcos Corrêa/PR)


Depois de vencer Trump nos EUA, Esquerda internacional repete a mesma avalanche de mentiras e manipulação contra Bolsonaro, no Brasil. Velha Imprensa Internacional se esforça para desviar à atenção dos brasileiros sobre a exigência constitucional do “escrutínio público”, a contagem pública de votos

 

Artigo publicado pelo jornal The New York Times, no domingo passado, dia 12 de junho, afirma que “Bolsonaro tem apoio dos militares para contestar resultado das urnas e promover um golpe de estado no Brasil”.

O artigo da NYT é uma típica peça de desinformação esquerdista. Os comunistas herdaram dos irmãos siameses, os nazistas, as lições de Joseph Goebbels, ministro da Publicidade do Partido Nacional Socialista, de Adolf Hitler, que ensinava:

“Uma mentira contada mil vezes, torna-se verdade!” – Joseph Goebbels

O artigo, que foi reproduzido à exaustão pela Imprensa majoritariamente esquerdista do Brasil, é ainda um retrato da velha máxima socialista comunista de Vladimir Lenin, que ordenava:

“Acuse-os do que você faz. Chame-os do que você é!” – Vladimir Lenin

‘BBB’ do atraso

O artigo de opinião, que foi chamado pela Imprensa brasileira canhota de “reportagem especial”, cita as críticas do presidente Jair Bolsonaro ao sistema de votação brasileiro, que ainda emprega urnas eletrônicas de primeira geração utilizadas apenas em países ainda mais atrasados que o Brasil: Butão e Bangladesh. O texto alardeia que as mesmas críticas feitas pelo presidente, passaram a ser feitas também por militares do alto escalão das Forças Armadas.

DataPovo e “Mitociatas” vs. Pe$qui$a$ “con$i$tente$”

O texto cita ainda as “pe$quisa$” que demonstrariam – de “forma consistente” – que Bolsonaro estaria atrás do chorume, corrupto e cachaceiro que não pode sair às ruas sem ser achincalhado pela maioria da população brasileira aos gritos de “LuLadrão, o seu lugar é na prisão.” O mesmo presidente Bolsonaro que arrasta multidões por onde passa, tanto no Brasil, quando no Exterior.

Depois da recente viagem do chefe do Executivo para participar da Cúpula das Américas, em Los Angeles, no dia 8 de junho, Bolsonaro permaneceu nos EUA para a inauguração do Vice-Consulado do Brasil em Orlando, na Flórida, no dia 11 de junho. Após o evento, brasileiros residentes nos país realizaram uma motociata em apoio ao presidente.

DataPovo: Bolsonaro recebe apoio de brasileiros residentes nos EUA.

Pe$qui$a$ Con$i$tente$ e Pós-Verdade Esquerdopata

Condenado, Lula chega à Polícia Federal do Paraná, em Curitiba, para cumprir pena de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro no dia 7 de abril de 2018. Foto: Ricardo… /Reuters)

Sim, NYT. Todos nós acreditamos – melhor não contrariar – que Bolsonaro está muito atrás nas intenções de voto em relação a um ex-presidiário condenado por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, por pelo menos 9 juízes de três instâncias – Justiça Federal do Paraná, Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) e Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Magistrados que não só confirmaram a culpa do criminoso, como ainda ampliaram a pena sentenciada, sem jamais desqualificar as “provas sobradas” apuradas pela Operação Lava Jato sobre a culpa do líder da facção criminosa travestida de partido político, vulgo “Perda Total” ou “Partido das Trevas”.

CorruPTo que, depois de permanecer preso por quase dois anos pelos crimes que cometeu, foi “descondenado” – em uma manobra escandalosa – por um “companheiro” do S.PT.F.

Manobra que anulou os processos em uma canetada, alegando – depois de 5 anos de andamento do processo – incompetência da Justiça do Federal Paraná para julgar os casos de propinas pagas por empreiteiras, materializadas no triplex do Guarujá (SP) e no Sítio de Atibaia (SP), o que foi demonstrado amplamente nos autos do processo de mais de 800 páginas.

Pe$qui$a$ em 2018 garantiam que Haddad já estava eleito presidente do Brasil. “SQN!” Reprodução Twitter

 

 

 

 

As  “pe$qui$as con$i$tente$ citadas no artigo da NYT têm sido pagas por instituições financeiras que, nas palavras do próprio criminoso descondenado: “Nunca antes na história desse país ganharam tanto dinheiro quanto durante os meus governos”. Sim, os desgovernos de corrupção petralha generalizada.

As mesmas pe$qui$as que em 2018 afirmavam que Bolsonaro não chegaria ao segundo turno das eleições. E que, na hipótese remota, improvável, de que chegasse, perderia para todos os adversários no segundo turno.

As mesmas pe$qui$a$ segundo às quais, o atual  presidente do Brasil é o fã de Stalin e poste lulista, Fernando Haddad. SQN!

As mesmas pe$qui$a$ que  afirmam que em 2022 Bolsonaro perde até para Ciro Gomes em um eventual 2º turno. (É subestimar demais a inteligência do povo brasileiro…)

Meias verdades ou meias mentiras

O artigo do NYT traz pelo menos duas verdades: Chama a eleição de 2022  de “corrida presidencial crucial do país”. E ainda que “Bolsonaro alerta que se perder a eleição de outubro, provavelmente será graças à fraude nas urnas”. Fora essas gotas de água em meio a óleo queimado, o texto panfletário repete a cantilena esquerdista.

A peça de desinformação comunazi afirma que “lideranças das Forças Armadas do Brasil ‘de repente’ começaram a levantar dúvidas semelhantes às do presidente sobre a integridade das eleições, apesar de poucas evidências de fraudes anteriores”.

Apagaram as provas dos crimes

A verdade é que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), admitiu em inquérito ainda não concluído da Polícia Federal, que os logs – registros que comprovam tudo o que é feito em um sistema computacional e revelariam o que foi feito durante a invasão do sistema eleitoral do tribunal por um hacker, que durou quase nove meses em 2018 – foram apagados “acidentalmente” por uma empresa terceirizada contratada pelo próprio TSE.

Ou seja, os rastros – que levariam à extensão dos danos causados pela invasão e à identificação do autor dos crimes que foram cometidos – que estavam sob a tutela do tribunal, foram simplesmente apagados. Simples assim.

Com tudo isso, é fácil entender que as “altas tensões sobre a estabilidade da maior democracia da América Latina” às quais se referem a “matéria especial” do NYT não começaram a aumentar porque as Forças Armadas do Brasil “de repente” começaram a levantar dúvidas semelhantes às do presidente sobre a idoneidade das eleições.

Caso de Polícia: Provas da invasão hacker ao sistema eleitoral foram apagadas por empresa contratada pelo TSE. Foto ilustrativa: Antonio Augusto / Ascom TSE

 

As desconfianças e questionamentos são os mesmos de milhões de brasileiros, que saem às ruas em manifestações pacíficas e ordeiras, que a Velha Imprensa esquerdalha do país chama de “atos antidemocráticos” e “fascistas” e diligentemente se dedica a abafar.

Desconfianças e dúvidas que se amontam enquanto a imprensa canalha repete que não haveria “evidências de fraudes anteriores”, que quando surgem, são criminosamente varridas para debaixo do tapete, no que mais parece o modus operandi de homicidas que tentam limpar provas da cena de um crime.

A Velha Imprensa canhota materializa assim o “Ministério da Verdade” comunista profetizado por George Orwell, na obra “1984”. De uma “democracia sem povo”, em ditaduras comunistas de partido único que o “jornalixo” dessa vergonhosa imprensa esquerdalha no Brasil e no Exterior defende.

Imprensa que hoje é comparsa de tribunais de exceção que assumem o papel de maior partido de oposição ao governo Bolsonaro.

Distração ilusio(comu)nista

No ilusionismo, prática chamada popularmente de “mágica”, um ilusionista desvia sempre a atenção de sua plateia para o movimento de uma das mãos, para que ela não repare no que ele faz com a outra mão. Daí os movimentos histriônicos e até caricatos dos chamados “mágicos”.

Na peça de desinformação comunazi, que é objeto de análise deste artigo, o NYT – assim como toda a Imprensa esquerdista no Brasil – se dedica a desviar à atenção da maioria do povo brasileiro, da urgência de se cobrar o cumprimento da exigência constitucional do “escrutínio público”, a  contagem pública de votos.

Foto: André Melo/Correio de Carajás

Mas ainda há outras desonestidades intelectuais no artigo. Ao afirmar que a desconfiança, da esmagadora maioria da população brasileira, sobre a integridade das eleições estaria “sacudindo uma nação que ‘sofreu’ sob uma ‘ditadura militar’ de 1964 a 1985”, o texto  reproduz a velha e mentirosa generalização esquerdista, repetida à exaustão há três décadas para enganar o povo brasileiro e internacional, que tenta fazer acreditar que o Brasil todo “sofreu” durante o Regime Militar.

Quem viveu a época sabe que, além de autores de crimes hediondos,  somente guerrilheiros terroristas comunistas “sofreram” durante a  insurreição paramilitar que tentou derrubar os generais que salvaram o Brasil de se tornar uma ditadura aos moldes de Cuba. Terroristas que, diga-se de passagem, colheram os frutos de seus crimes.

‘Elvis’ perto de apoiadores de Biden em Las Vegas durante campanha de 2020. (Foto: Caroline Brehman – Getty Images)

Eleições nos EUA: “Elvis não morreu (mesmo).
Ele votou em Joe Biden”

A mídia comunoglobalista adota contra Bolsonaro no Brasil em 2022, a mesma bem-sucedida estratégia adotada contra Trump nos EUA em 2020, de atacar questionamentos legítimos sobre o processo eleitoral norte-americano, eivado de suspeitas de fraudes – ainda sob investigação -, como  demonstra o documentário “2000 Mules”.

Eleições em que, pasme, milhares de eleitores já mortos, por assim dizer, “voltaram do além para votar”. Que me perdoem os fãs, como eu, de Elvis Presley, mas um meme sobre a eleição de Joe Biden, que correu pelas redes sociais, ilustra bem o episódio:

“Elvis não morreu. Ele votou em Joe Biden”.

Sinalizando virtude e defesa da democracia

Outra pérola do panfleto de desinformação esquerdista do NYT: “As transferências de poder nas democracias já não são mais pacíficas”. Para sinalizar uma falsa virtude e posar de defensora da democracia (nos moldes das “democracias” chinesa, norte-coreana ou cubana, talvez), a Imprensa esquerdalha tem ecoado a referência ao episódio de invasão do Capitólio, em Washington, em janeiro de 2021 – sobre o qual pairam várias suspeitas de infiltração de militantes de Esquerda – já que circularam amplamente pela internet, vídeos dos portões do local sendo abertos pelos próprios policiais que faziam a segurança do Congresso norte-americano. A culpa da invasão, obviamente, foi atribuída pela Imprensa esquerdista a Donald Trump.

Bolsonaro em visita ao Batalhão de Operações Especiais (BOPE) da Polícia Militar do Rio de Janeiro. Foto: Marcos Corrêa – PR – Divulgação)

 

A posição das polícias estaduais

O artigo lacrador do NYT afirma que, nos EUA, a transição só ocorreu “graças ao cumprimento da Constituição pelos militares e polícia, o que pode não ocorrer no Brasil”.

E escancara o temor da esquerdalha, digo, “de algumas autoridades” norte-americanas: Qual será a posição de meio milhão de policiais de todo o Brasil que, o texto   afrontosamente afirma serem “menos profissionais” que os dos EUA?

O panfleto comunista aponta que há ainda mais apoiadores de Bolsonaro nas fileiras das polícias estaduais, que nas fileiras das Forças Armadas.

Gremlins Gramscistas

Gif da comédia “Gremlins”, de 1984, produzida por Steven Spielberg (Warner Bros.)

O New York Times já foi um grande jornal, mas assim como outro exemplar daquela que em um tempo distante representou a então respeitável Imprensa norte-americana – a revista ‘Time’ – o diário chegou ao seu ocaso depois de décadas de ‘ocupação’ das redações pela militância esquerdista.

O marxismo cultural idealizado pelo italiano Antônio Gramsci, de tão efetivo, deixou um verdadeiro cenário de terra arrasada pela ideologia marxista, em detrimento do antigo – e abandonado – compromisso com os fatos.

No Brasil, antes mesmo do fim do Regime Militar, assim como nos Estados Unidos antes da Guerra do Vietnã, militantes marxistas já se multiplicavam nas redações dos jornais, mais do que os gremlins de Steven Spielberg em uma sessão de cinema pipoca da década de 1980.

 

Gif da comédia “Gremlins”, de 1984, produzida por Steven Spielberg (Warner Bros.)

Na mesma velocidade em que deixavam de lado o compromisso com a investigação e divulgação dos fatos, jornalistas se tornaram porta-vozes da militância ideológica marxista.

Mas essa excrescência chegou ao seu clímax na segunda década do século XXI, em que à maldição do ‘politicamente correto’ e do feminismo zapata somaram-se à bandidolatria, à Ideologia de Gênero e à promoção do ódio racial.

Neste último exemplo, parte dos descendentes daqueles que foram perseguidos e escravizados no continente africano por outras tribos africanas e só depois vendidos para o ‘homem branco opressor’ – aliás, escravidão é um crime contra à Humanidade sobre o qual nunca houve exclusividade étnica na História, mas isso é outro assunto –  passaram a ser estimulados a ter como alvo de seu rancor e ódio, os descendentes dos antigos algozes, mas somente daqueles possíveis de se encontrar deste lado do Oceano Atlântico.

Ex-editora do NYT denuncia censura esquerdista do jornal

Dois episódios recentes demonstram a realidade de como uma ideologia marxista genocida, irmã siamesa do Nacional Socialismo de Hitler, fez estragos irremediáveis no Jornalismo norte-americano e por extensão, em todo o jornalismo ocidental.

A jornalista Bari Weiss – Reprodução NYT

Em julho de 2020, a jornalista norte-americana Bari Weiss divulgou a carta endereçada ao chefe de redação do The New York Times,  Arthur Gregg Sulzberger, em que se demitia do cargo de editora do jornal, que ocupou durante 3 anos.

Na carta ela denunciou o assédio moral e a intensa patrulha ideológica sofridos por ela, da parte de integrantes do jornal.

A jornalista denunciou que, por não compactuar com a linha editorial  enviesada do NYT, exclusivamente a serviço das pautas de Esquerda, foi  perseguida implacavelmente.

Weiss denunciou que o NYT abandonou os princípios editoriais que, por anos, fizeram do jornal um “bastião da democracia e da pluralidade de ideias”, algo que o jornal tem grandes chances de jamais voltar a ser.

Bolsonaro é eleito “Personalidade do Ano 2021” pelos leitores da Time. (Foto: Reuters)

O “eleição canhota” da Time

O segundo episódio que demonstra a agonia do jornalismo norte-americano – e por extensão, do jornalismo no Ocidente – foi a enquete on line  promovida pela revista Time, que escolheu Bolsonaro como a “Personalidade do Ano 2021”. Os votos dos internautas ‘patrolaram’ a linha editorial canhota da revista.

Ao anunciar, no dia 7 dezembro, o resultado acachapante da enquete que elegeu o presidente brasileiro Jair Bolsonaro, com quase 1/4 dos votos – mais de 2 milhões dos 9 milhões de votos – a mesma Time que já apontou como ‘Personalidade do Ano’ o monumento à hipocrisia da geração socialista de iPhone, Greta Thumberg, chamou o presidente brasileiro de ‘líder controverso’. E ainda desrespeitou os leitores ao afirmar que a escolha da pessoa apontada pelos internautas, a identificava como influente “para o bem ou para o mal”.

 

Bolsonaro e Musk em SP em maio. (Divulgação)

Vergonha Alheia

Mas o pior para a Time, no quesito vergonha alheia, ainda estava por vir: Apesar de Bolsonaro ter sido eleito na votação on line, a revista anunciou no dia 13 de dezembro, como “Personalidade do Ano 2021” – em votação em que somente os ‘ilumilitantes’ de redação da revista tiveram os votos considerados, é claro – o bilionário sul-africano Elon Musk, presidente da Tesla e Space X.

Mas o tiro saiu pela culatra: cinco meses depois Musk se reuniria com Bolsonaro para firmar parcerias do governo brasileiro com outra empresa de Musk, a Star Link – para, via satélite, monitorar a Amazônia e ainda fornecer sinal de internet para a região.

Imediatamente, Elon Musk passaria de “Personalidade do Ano 2021” da Time, para “Persona Non Grata” da Velha Imprensa esquerdalha internacional, ainda mais depois de anunciar que pode comprar o Twitter e denunciar abertamente que a rede social pratica uma ampla patrulha ideológica e censura comunista. Além de ter um número absurdo de perfis falsos.

Premonição esquerdalha

Para nós brasileiros, este último episódio serve de alerta, pelo seu caráter premonitório, no que se refere ao processo eleitoral brasileiro, já que materializou uma piada de humor negro (Viva o politicamente incorreto!) que se conta de forma recorrente sobre os processos eleitorais em “democracias” socialistas-comunistas, incensadas pela Velha Imprensa esquerdalha no Brasil e nos EUA:

“Quem vota, e como vota, não conta nada. O que importa é quem conta os votos.”