Pacheco não considera Homeschooling prioridade, afirma site

Rodrigo Pacheco e Jair Bolsonaro Foto: AFP
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Pacheco teria afirmado  que  “Homeschooling”-  uma das principais bandeiras do presdente Bolsonaro – não seria “prioridade do Senado”

Silvio Ferreira

Aprovado em regime de urgêmcia na Câmara dos Deputados, o projeto de lei que regulamenta o ensino domiciliar – chamado de homeschooling, uma das principais bandeiras do presidente Jair Bolsonaro – não deve receber o mesmo tratamento do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). De  acordo com o site O Antagonista, Pacheco teria dito a senadores que integram a base do governo de Jair Bolsonaro  que o assunto “não é uma das prioridades no Senado.”

A proposta aprovada na Câmara, prevê que o ensino domiciliar poderá ser adotado na pré-escola, no ensino fundamental e médio e é defendida por pais e responsáveis que têm condições de garantir ensino de qualidade para as crianças, diante da precariedade da maior parte do ensino público.

Outra preocupação dos defensores do homeschooling é que o ensino seja livre da verdadeira lavagem cerebral imposta por corpos docentes eminentemente esquerdistas,
hegemônicos nos ensinos público e privado, que – como é público e notório – aliciam doutrinariamente às crianças para a militância marxista-socialista-comunista; identitária, de Ideologia de gênero, feminista ou “racialista” (termo usado para designar o incentivo à conflagração da sociedade em uma pseudo divisão étnica, acirrando conflitos importados  de contextos sociais beligerantes do Exterior, como é o caso dos Estados Unidos).

Objeção socialista-gramscista

A proposta do ensino domiciliar foi aprovada na Câmara, mas não sem receber uma série de cabrestos estatais de viés esquerdista. Os estudantes deverão ser inscritos em  instituição de ensino “oficial”. Essas instituições de ensino, por sua vez, ficarão responsáveis por acompanhar a frequência das atividades pedagógicas, que deverão ser relatadas periodicamente pelos pais ou responsáveis. E por fim, o Ministério da Educação ficará responsável por realizar uma avaliação anual desses alunos.