Petistas sabiam da ‘Operação Gestapo’ contra empresários 48 horas antes

Togado não apenas rejeitou à denúncia, como ainda determinou que presidente seja investigado

Esquerdistas revelaram, no domingo, que já sabiam – no domingo – de ações ditatoriais de Moraes contra empresários que apoiam Bolsonaro

 

No domingo, dia 21 de agosto, publicações de esquerdistas nas redes sociais revelaram que já sabiam da operação da Polícia Federal (PF), ordenada por Alexandre de Moraes, contra um grupo de WhatsApp de grandes empresários brasileiros que apoiam o Presidente Jair Bolsonaro, na terça-feira, dia 22 de agosto.

Na noite de domingo, dia 21 de agosto, o coordenador digital da campanha de Lula à Presidência, deputado cassado, André Janones escreveu, mais de 48 horas antes da operação da PF ordenada pelo togado, que algo lhe dizia que o empresário Luciano Hang “nunca mais mexeria com ele”.

Também no domingo, Roberta Luchsinger, ativista do PT, também revelou ter conhecimento antecipado da operação inconstitucional e ilegal, ordenada por Moraes.

Na ação típica da Gestapo Nazista, o togado expediu mandados de busca e apreensão contra oito empresários: Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan; Afrânio Barreira, do Grupo Coco Bambu; José Koury, dono do Barra World Shopping, no Rio de Janeiro; Ivan Wrobel, da construtora W3 Engenharia; e Marco Aurélio Raymundo, dono da marca de surfwear Mormaii.

A ação foi baseada no vazamento de prints de conversas privadas de um grupo de WhatsApp do qual participam grandes empresários brasileiros, por matéria do colunista Guilherme Amado, do site esquerdista Metrópoles.

Profecias auto-realizáveis

Nas conversas, os empresários comentam nada mais do que a opinião e o desejo da maioria dos 215 milhões de brasileiros, que têm sido expressas nas ruas tomadas por manifestantes nos últimos dois anos:

” – Prefiro um golpe à volta do PT”

“- Golpe foi soltar o presidiário”

E ainda que os atos marcados para o próximo 7 de Setembro estejam sendo programados “para unir o Povo e o Exército”.