PGR pede arquivamento das acusações da CPI da Covid contra Bolsonaro

A vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo | Foto: Nelson Jr./SCO/STF

PGR rejeitou acusações falaciosas do palanque eleitoral comunista que ficou conhecido como ‘CPI do Circo’

A vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo, apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira, dia 25 de julho, o pedido de arquivamento de todos os atos relativos à Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid (CPI da Covid). Lindôra defendeu a rejeição de todas as acusações feitas ao presidente Jair Bolsonaro feitas pela comissão, que ficou conhecida como “CPI do Circo”. A vice-PGR também pediu o arquivamento da investigação sobre a acusação de suposta prevaricação feita pelos senadores esquerdistas, que quiseram atribuir ao ministro-chefe da Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário, uma suposta omissão na investigação no caso da tentativa– não levada adiante e cancelada – de compra da vacina indiana Covaxin.

O palanque comunista
Aberta por decisão monocrática do ex-advogado do terrorista comunista – e assassino confesso, Césare Batistti – e hoje integrante do STF, Luiz Barroso, como previsto, a comissão foi transformada rapidamente por sete senadores de Esquerda – vários deles investigados por corrupção, como Renan Calheiros e Omar Aziz – em um verdadeiro espetáculo de horrores de acusações infundadas e sem o menor conjunto probatório.

Assim, a vice-procuradora-geral da República rejeitou as acusações dos parlamentares comunistas, que não conseguindo comprovar um crime sequer, em total desespero, tentaram de tudo: De acusações de “infração de medida sanitária preventiva” (a recusa em usar máscaras cuja eficácia não restou comprovada cientificamente), até absurdos como a alegação de “crime de epidemia” (como se o Chefe do Executivo fosse responsável por libertar o vírus chinês dos laboratórios de armas químicas químicas e biológicas de Wuhan, onde foram feitos experimentos de “ganho de função” viabilizados pelo “Mandetta” dos EUA, o médico norte-americano Anthony Fauci).

Mas a pior de todas as falácias foi a patética acusação de “charlatanismo”. O Presidente da República foi acusado por senadores comunistas – vários deles com extensa folha corrida de processos na Justiça por corrupção – por ter feito a defesa intransigente do ato médica e do direito dos profissionais de saúde de ministrarem medicamentos off-label (cujas bulas não preveem – ainda – a utilização para o tratamento de covid-19), mas que, pela experiência clínica de milhares de médicos no Brasil e no mundo, vocacionados e corajosos, comprovaram amplamente a eficácia.

Profissionais que sofreram uma perseguição inquisitorial e implacável de uma Velha Imprensa Vermelha que nunca assistiu a uma aula Magna de um curso de Medicina, mas se achava gabaritada – provavelmente pela opinião do poderoso lobby da Indústria Farmacêutica – para patrulhar ideologicamente, perseguir e humilhar profissionais consagrados da área médica, acusando-os de charlatanismo, quando não rezavam pelas suas cartilhas comunistas. Na época, um meme que viralizou nas redes sociais, sacramentou:

“Se ficar doente, não procure um médico. Consulte um jorNazista!”

Entu$ia$mo VaChinal

Os lobbies da Big Pharma certamente entusiasmaram à Velha Mídia na defesa fanática e entu$ia$mada de vacinas experimentais – ou como prefere a Big Pharma – vacinas em “desenvolvimento”. Inoculante – veja bem, eu não escrevi imunizantes, mas inoculante –, sobre os quais os fabricantes impuseram cláusulas contratuais draconianas, que os isentam de quaisquer efeitos colaterais adversos e até pelas mortes que ocorreram e ainda estão ocorrendo entre os bilhões de entre os ‘vachinados” mundo afora.

Seres humanos que, aterrorizados com uma doença que mata menos de 2% das pessoas que acomete, graças à histeria coletiva disseminada pela Velha Mídia Vermelha, aceitaram submeterem-se a um medicamento experimental, cujos efeitos colaterais só serão plenamente conhecidos dentro de alguns anos. Que Deus tenha misericórdia de todos nós!