Senador protocola pedido de impeachment de Alexandre de Moraes

Alexandre de Moraes | Foto SCO STF

Lasier Martins protocola pedido de impeachment de Moraes. Só mais uma ação que defende a cassação dos militantes esquerdistas que se encastelaram no STF nos governos petralhas de Lula e Dilma e do tucanalha Temer

O senador Lasier Martins (Podemos) protocolou, na noite desta quarta-feira, dia 21 de setembro, o pedido de impeachment do integrante do STF, Alexandre de Moraes, por crimes de responsabilidade.

Laisier acusa o togado de uma série de arbitrariedades e abusos de poder, em especial, na operação inconstitucional e ilegal contra um grupo de empresários sem prerrogativa de foro por cargo político, o chamado “foro privilegiado”, e que portanto, jamais poderiam ser julgados pelo STF, mas que vem sendo perseguidos pelo ativismo político do aparelhado Judiciário brasileiro pelo “crime” de apoiarem o Presidente da República, Jair Bolsonaro.

Moraes determinou buscas em endereços de oito empresários, no dia 23 de agosto, após a publicação  sensacionalista do site esquerdista Metrópoles, que publicou ilegalmente, prints de conversas privadas de um grupo de WhatsApp, do qual participam grandes empresários brasileiros. Em um dos diálogos, um dos empresários comentou que “preferia um golpe militar à volta do PT ao poder”. Outro empresário curtiu à publicação. Foi o suficiente para que toda a Velha Imprensa Vermelha do país publicasse uma enxurrada de notícias falsas e sensacionalistas de que o grupo de empresários “planejava financiar um golpe de Estado” caso o ex-presidiário descondenado chegue ao poder [por meio de urnas eletrônicas com vontade própria]. A publicação foi o único fundamento, irresponsável e risível, para que – em uma operação típica de ditaduras comunistas –  Alexandre de Moraes determinasse uma avalanche de medidas inconstitucionais: Da quebra de sigilo bancário e bloqueio de contas dos empresários; passando pela apreensão de celulares e pela quebra do sigilo telemático (telefônico e de internet) e a suspensão das contas em redes sociais dos empresários.

” – O ato explicitamente abusivo é incompatível com liberdades constitucionais”, afirma o senador Laisier Martins.

Para ter prosseguimento, precisa do aval do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, algo  inimaginável diante dos conflitos de interesse de senador, cujo escritório de advocacia tem como cliente, a Vale, empresa que espera decisão do STF sobre indenizações bilionárias para vitimas do criminoso  rompimento da barragem de Mariana, em Minas Gerais.

Pacheco: A pedra no caminho para a cassação dos togados ativistas

O pedido se soma à dezenas de outros, muito bem embasados – inclusive, um deles avalizado por um abaixo-assinado com quase 3 milhões de assinaturas, iniciativa do comentarista político Caio Coppolla, que integra pedido de outro senador – sobre os quais o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, continua sentado.

Tem crescido nas redes sociais a consciência de que, não é possível falar sobre o impeachment de ministros do STF sem que antes se defenda a cassação do mandato de Rodrigo Pacheco, por prevaricação.

Além do aval do presidente do Senado, a proposta ainda dependeria de parecer de comissão especial e análise no plenário. Só então, o processo de impeachment poderia ter andamento e a cassação dependeria dos votos de dois terços dos senadores. O impeachment de um  ministro do STF é inédito na história da República.