Terroristas comunistas Black Lives Matter indicados para Nobel da Paz

Com informações Pleno News e Senso Incomum

Depois de um sem-número de manifestações violentas que chegaram a causar mortes – como a da menina Secoria Turner, 8 anos, atingida por tiros disparados por membros do Black Lives Matter na cidade de Atlanta, no dia 4 de julho de 2020 – o movimento terrorista, declaradamente marxista, que desencadeou uma série de atos violentos marcados por depredações, em protestos pela morte do americano George Floyd – foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz de 2021 por um parlamentar norueguês.

Petter Eide, deputado da Esquerda Socialista, foi o responsável pela indicação. Segundo a Agência EFE, ele destacou que o Comitê Nobel Norueguês tem a tradição de vincular o antirracismo com o trabalho pela paz, já que o racismo “cria conflitos entre países”.

“– Quando comecei a pensar para encontrar o que aconteceu de mais importante quanto à paz e conflitos, pensei no ‘Black Lives Matter’. É um movimento global muito importante que me impressionou muito”, declarou o comunista, neste sábado (30), ao jornal Klassekampen.

Segundo o testamento de Alfred Nobel, o químico sueco que instituiu os prêmios que levam seu nome, podem ser indicados ao Nobel da Paz catedráticos de direito, história e ciências políticas, parlamentares, antigos premiados e membros de tribunais internacionais, entre outros.

Apenas quem indica uma pessoa ou organização pode divulgar a identidade do candidato, já que o Comitê somente revela o número total de candidatos e só confirma nomes 50 anos depois.

OUTRAS INDICAÇÕES

O prazo de indicações para o prêmio termina no domingo (31). Também já é sabido que foram indicados neste ano o movimento escoteiro, a Coalizão para Inovações em Preparação para Epidemias e a GAVI Alliance, iniciativa da Fundação Bill e Melinda Gates.

O International Fact Cheking Network (rede para checagem de notícias), a jornalista filipina Maria Ressa, a ONG Repórteres Sem Fronteiras, a opositora bielorrussa Svetlana Tikhanovskaja, o grupo Hongkong Free Press e a associação independente de juízes da Polônia também foram indicados.