‘Todo aborto é um crime’ – Parte 2

Foto: Washington Post

Da série sem fim: “Fake News de Griffe” ou “As mentiras que a Velha Imprensa conta”

O vale-tudo para levar menina de 11 anos a abortar em SC

A Velha Imprensa de Extrema-Esquerda do Brasil pressionou, o Ministério Público Federal (MPF) recomendou e um hospital de Santa Catarina executou, digo, tirou a vida de um bebê plenamente formado na 29ª semana de gestação – eufemismo tecno-médico-científico para o que chamamos popularmente de “sétimo mês de gravidez”. O bebê estava sendo gerado por uma menina de 11 anos, grávida de um menino de 13.

A informação foi divulgada por reportagem publicada pelo portal Brasil Sem Medo (BSM), no dia 23 de junho, data em que a criança foi abortada.

O inquérito policial da Polícia Civil de Santa Catarina revelou que o progenitor do bebê abortado seria um menor de 13 anos, filho do padrasto da menina, e morador da mesma casa.

As investigações teriam revelado ainda que os menores de idade mantinham relações sexuais consensuais, com o conhecimento e consentimento da mãe da menina e do padrasto do menino.

A repercussão nacional do caso e a pressa para pressionar pela realização do aborto do establishment midiático e do deep state talvez expliquem a apresentação totalmente distorcida e enviesada dos fatos por parte da Imprensa de Extrema-Esquerda no País.

Na segunda-feira, dia 20, os sites Intercept Brasil e Portal Catarinas vazaram a gravação da audiência de um processo sigiloso, feita no dia 9 de maio.

No registro, a então juíza da 1ª Vara Cível de Tijucas, a 50 quilômetros de Florianópolis, Joana Ribeiro Zimmer, tentava fazer a mãe da grávida e a própria menina desistirem da ideia de abortar o bebê em gestação, esperando mais algumas semanas, para que o parto fosse realizado e o bebê fosse entregue para adoção.

Na gravação, a juíza pergunta:

“Quanto tempo que você aceitaria ficar com o bebê na tua barriga para a gente acabar de formar ele, dar os medicamentos para o pulmãozinho dele ficar maduro para a gente poder fazer a retirada para outra pessoa cuidar?”, perguntou a juíza.

Eu não sei”, responde a menina. Então, a juíza pergunta “Se a tua saúde suportasse [a gestação], tu suportaria ficar mais um pouquinho com o bebê? Mais duas ou três semanas?” Então, a menina responde: “Sim”.

Para a mãe, a juíza afirma que existem cerca de 30 mil casais que “querem o bebê” e acrescenta: “Essa tristeza para a senhora e para a sua filha é a felicidade de um casal”. Ao que a mãe da menina responde: “É uma felicidade porque eles não estão passando pelo o que eu estou passando”.

As informações apuradas pelas investigações levam a crer que a fala da mãe da menina durante a audiência não tenha passado de um ato de autovitimização. As  apurações indicam que, tanto a mãe da menina, quanto o padrasto (e pai do menino) não só tinham conhecimento, como ainda consentiam com o relacionamento sexual dos menores.