Vídeo criminoso simula assassinato de Bolsonaro com flechada no pescoço

O 'Ódio do Bem' -'legitimitado' - pelos comunistas (Reprodução)

‏Informações extra-oficiais atribuem a autoria do vídeo – com padrão profissional de produção – aos estúdios Projac, da Central Globo de Produção

Os deputados federais Eduardo Bolsonaro, Carla Zambelli, a ex-ministra da Família, Mulher e Direitos Humanos, Damares Alves e outros políticos conservadores denunciaram na manhã deste sábado, dia 16,  um vídeo que simula o assassinato do Presidente da República, Jair Bolsonaro, com uma flechada no pescoço durante um passeio de moto.

No vídeo macabro, que viralizou nas redes sociais, é possível observar que a produção conta com um padrão técnico-profissional similar ao encontrado em peças publicitárias caras ou em produções cinematográficas.

O vídeo estarrecedor circula com a informação – não comprovada – de que a produção teria sido gravada no Projac, conjunto de estúdios do Grupo Globo de Televisão.

Na gravação tenebrosa, um sósia – ou alguém com uma máscara que imita a fisionomia do Presidente da República – passeia à noite de moto. No take seguinte, os produtores do vídeo preparam a personagem do presidente já morto, caído da moto, com a faixa presidencial e uma flecha transpassada pelo pescoço ensanguentado.

Luta do Bem contra o Mal
Nas redes sociais, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, questionou quanto tempo o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, irá demorar para cobrar explicações ou estipular um prazo para que as pessoas responsáveis pelo vídeo se manifestem. A crítica do parlamentar foi uma ironia com o fato de Moraes ter estipulado na sexta-feira, um prazo de dois dias para que o Presidente da República se manifeste sobre as acusações de “discurso de ódio” (ficção jurídica criada por comunistas que não existe no ordenamento jurídico brasileiro) feitas contra o Chefe do Poder Executivo por políticos da Extrema-Esquerda.

“– Quantas horas Alexandre de Moraes dará para os produtores se manifestarem sobre discurso de ódio? Ou será que isso pode? Será que instigar outros Adélios pode? Tem método”, criticou o deputado Eduardo Bolsonaro.

A ex-ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, disse que o Ministério Público (MP) precisa investigar o caso:

“– Encenação ou estímulo para um atentado contra a vida do Chefe de Estado brasileiro? O MP precisa investigar isso a fundo! Cenas como estas são repugnantes e não podem ser toleradas”, postou a ex-ministra dos Direitos Humanos.

A deputada federal Carla Zambelli pediu orações e expressou o que já é de conhecimento de todas as pessoas espiritualmente despertas nesse país:

“Essa é uma guerra do bem contra o mal”.